08/12/77 • JAGUAR A CAMINHO DE DEUS
Década de 70 > 1977
I
Jaguares de todos os tempos!Jaguar, meu filho Jaguar!
A vida promete tudo, Salve Deus!
Porém, tudo tem você que dar!…
IINinfas do Amanhecer, queridas!Queridas filhas, lindas em cores,Menores, maiores, pequeninas,Filhas ninfas, meus amores…
III
Ninfas luzes! De onde vens?
Daqui… Dali… De longe… Do mar?
Das matas, das planícies, enfim,
A culpa, os amores as fizeram voltar.
Ninfas luzes! De onde vens?
Daqui… Dali… De longe… Do mar?
Das matas, das planícies, enfim,
A culpa, os amores as fizeram voltar.
IVDa península itálica, Jaguar, de onde veio?Dos Tumuchys? Das pirâmides? Talvez…Do delta do Nilo, de Amom-Ra,De Ramsés, de Aton, do triste Vale dos Reis?
V
Das planícies macedônicas predominância total,
De Esparta a dura espada; Atenas, o mar…
Assírios, Hititas, Dórios, Mesopotâmia,
Grécia e Pérsia, meu filho, te vieram marcar!…
Das planícies macedônicas predominância total,
De Esparta a dura espada; Atenas, o mar…
Assírios, Hititas, Dórios, Mesopotâmia,
Grécia e Pérsia, meu filho, te vieram marcar!…
VIJaguar, povo de Seta Branca!Filósofo Jaguar, Simiromba também Jaguar!Ciência Tumuchy, filosofia,Geográficos Jaguares, Sol Arakém.
VII
Mago do Evangelho, você, meu filho Jaguar,
Como espadas luminosas, transformando a brilhar
Por este universo, tão perfeito,
Doutrinando, esperando à sua origem chegar.
Mago do Evangelho, você, meu filho Jaguar,
Como espadas luminosas, transformando a brilhar
Por este universo, tão perfeito,
Doutrinando, esperando à sua origem chegar.
VIIIPorém, antes, muito antes, da montanha branca ceder,Passarás naquela estrada que Pai Zé Pedro com Pai João traçou.Mil e setecentos no Brasil, a Cabala de Ariano,O caminho geográfico, a velha estrada que ficou.
IX
Passarão os desenganos da evolução de Yara e Iemanjá,
A renúncia de Jurema, de Iracema e Juremá
De Jandaia, Janara, a meiguice de Iramar,
A fuga de Janaína, princesa de alto mar.
Passarão os desenganos da evolução de Yara e Iemanjá,
A renúncia de Jurema, de Iracema e Juremá
De Jandaia, Janara, a meiguice de Iramar,
A fuga de Janaína, princesa de alto mar.
XTalvez, por esta velha estrada, Jaguar,Muitas lágrimas nas tristes noites chorou,Que também nas ricas tendas ciganas,Violinos, paixões, realizações de amor!
XI
De repente, novamente o Império!
Desta vez no Brasil, Jaguar, consagrou
Da sinhazinha, o senhor branco,
A política, os requintes, o doutor.
De repente, novamente o Império!
Desta vez no Brasil, Jaguar, consagrou
Da sinhazinha, o senhor branco,
A política, os requintes, o doutor.
XIIUm dia não mais me verás. Porém, meu filho, estouRogando a Deus, na jornada de amor,Vendo o mundo em desatinos, seres em busca de LuzOuvindo Jesus a dizer: Salve Deus, Jaguar Doutrinador!
Com carinho, a Mãe em Cristo,