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09/06/78 • CAMINHANDO COM HUMAHÃ - Acervo Koatay 108

09/06/78 • CAMINHANDO COM HUMAHÃ

Década de 70 > 1978
Salve Deus, meu Mestre HUMAHÃ!
Vivemos a vida e, inconscientemente nos preparamos para outra! Onde e como? Nos perguntamos, sem resposta.
Porque tentar resposta, se é o desejo e eu procurarei conservar longe do meu pensamento todas as falsidades, sabendo que tu és aquela verdade que acende a luz da razão no meu Espírito.
Oh, Mestre! Não sei como tu cantas, oh, meu Mestre, mas ouço-te sempre em silencioso deslumbramento.
Mestre, a minha e a tua vida caminham lentamente como o crepúsculo se distanciando do sol.
Muitas vezes pensamos ser irmãos em Deus, uma figura simples e hieroglífica, papel recortado em forma de gente.
A dor, a alegria, tudo se confunde! Embora a dor não seja tão viva, avisto, de longe, os passos queridos, oferta da vida.
Peço indulgência, que no fim, em Capela, onde estiver, longe das visões, o teu rosto e o meu coração, haja descanso deste labor sem fim, no oceano sem praia, sem verão, sem grinalda, que me serve nesta prisão luxuosa, que se afasta da poeira saudável desta Terra e que me empurra para uma Nova Era.
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