09/08/83 • O TRABALHO DAS MISSIONÁRIAS
Década de 80 > 1983
Minhas filhas missionárias, Salve Deus!
Entre as maiores oportunidades que nos foram concedidas pelo Altíssimo, que governa o Universo, estão a liberdade de agir e o poder das ideias superiores.
De vocês, filhas, que vão assumir esta nobre responsabilidade, espero o amor nas maneiras, na Lei e na ordem quando na execução de suas tarefas.
Espero que se recordem sempre de mim quando estiverem impacientes, em suas atribuições, com as falhas dos outros. Lembrem-se, sempre, de que, entre ele e vocês, estou eu! Lembrem-se das palavras que digo a vocês quando não estão certos, quando têm algum erro na Doutrina.
Muito amor, minhas filhas! Com o amor nós conseguiremos a nossa realização.
Lembrem-se: mestres ensinando mestres! Esqueçam, sempre, que vocês são a Lei, e que a Lei existe.
Vocês são a palavra, a minha palavra, com – 0 – em Cristo Jesus.
As Yuricys. As Dharman Oxinto, as Muruaicys, as Arianas, as Jaçanãs, as Madalenas, as Samaritanas, as Franciscanas, as Rochanas, as Tupinambás, as Narayamas, as Ciganas Aganaras, as Ciganas Taganas, as Agulhas Vermelhas, as Cayçaras, as Nyatras, as Nityamas, as Gregas e as Mayas são falanges missionárias que muito me alegram. Em suas coordenações, nada tenho a desejar. Inclusive, estão no mais perfeito conceito dos eventos que vamos assumir nesta hora, como estes dois exemplos:
- As falanges missionárias poderão se auto-escalarem para um Abatá, emitindo fluídos por todo este Vale e repercutindo eflúvios por toda esta Brasília: hospitais, sanatórios, onde houver necessidade de tudo que pesar das Legiões de Deus e dos Luminosos 5ºs de Jesus Todo Poderoso. As primeiras ninfas de cada falange se revezarão entre si para realizarem as escalas deste trabalho, todos os dias da semana. Serão escaladas pelos Mestres Barros e Fróes (1º e 2º Filhos de Devas), pelo menos três ninfas de cada falange. Devido à Bênção do Pai Seta Branca, todos os primeiros domingos de cada mês, o Trino TUMARÃ (José Carlos) e o Trino Solitário Juremá (Lisboa) ficarão responsáveis pelo Abatá nestes dias. Farão escalas para que uma Dharman Oxinto, em acordo com a 1ª Dharman Oxinto Dinah, comande esse trabalho. Terão que escalar, também, três ninfas para cada Abatá, de conformidade com as demais falanges missionárias.
Abatá é um trabalho de precisão e harmonia. Com suas emissões e cantos, emite eflúvios luminosos que são recebidos pelos Cavaleiros Caçadores, que os levarão em benefício da cura desobsessiva dos cegos, dos mudos e dos incompreendidos. Portanto, minhas filhas, muito carinho na realização deste trabalho, pois atingirão o plexo físico, para a cura física de nossos irmãos em total desequilíbrio. - Formarei, em cada falange, um determinado número de Ninfas Jandas. Estas ninfas, após receberem a cultura do Adjunto Yuricy (Edelves), ficarão, além de outros eventos, à disposição do Trino AJARÃ (Gilberto Zelaya) para trabalhos nos Templos Externos, bem como dos Adjuntos Maiores, que poderão solicitá-las para qualquer ritual que exija invocações, incorporações e doutrinas pré-determinadas.
AS NINFAS JANDAS TÊM POR MISSÃO:
- Estar presente em todas as Consagrações de Elevação de Espadas, Consagração de Talismãs, Consagração de Centúria, Consagrações de Cavaleiros Especiais, Consagrações de Adjuntos e outras mais que venham a surgir;
- Invocações nos trabalhos de Leito Magnético, Unificação, Quadrante e 1º de Maio (Dia do Doutrinador);
- Estar ciente das Iniciações de mestres que vierem dos Templos Externos e que, por razões especiais, não puderem esperar o dia marcado para suas Consagrações e Iniciações;
- Coordenar as ninfas que irão participar dos rituais; e observar o Oráculo de Simiromba.
EVENTOS ESPECIAIS PARA TODAS AS FALANGES MISSIONÁRIAS
Toda semana terá que haver uma escala para que as ninfas se auto-designem para servir, divididas em dois grupos, assim distribuídos:
– Um grupo com indumentária; e
– Um grupo com uniforme de Jaguar.
Sempre que solicitadas por um Comandante, deverão partir em apoio para os rituais que delas necessitarem.
Essas ninfas deverão adquirir um crachá de Pai Seta Branca, que deverá ser colocado no ombro direito, no dia do cumprimento da escala a “serviço da Terra”. Deverão ficar à espreita do que aparecer (como os Cavaleiros Caçadores) os doentes e os visitantes, procurando sempre emitir em favor dos que mais necessitam, encaminhando-os de conformidade com seus casos, enquanto algumas outras procuram promover a aquisição de bens materiais que possam ser úteis às novas construções, enfim, muitas coisas que as novas obras irão necessitar.
Filhas, muito alcançaremos nestas realizações, pois temos o Canto do Cavaleiro Especial, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Porém, lembrem-se de que a nossa resistência está no amor, no amor incondicional, que nos dá a visão dos valores que formam o nosso Sol Interior: TOLERÂNCIA, HUMILDADE e AMOR!
Minhas filhas, tomem consciência de que vocês são a própria religião. Olhem a nossa fragilidade. Só Deus em nossa alma poderá sustentar o nosso corpo físico!
Dentro dos conceitos da vida, podemos nos distinguir dos demais. Só depende na nossa capacidade de ser e de estar. Lembrem-se do velho Humahã:
– As dificuldades da vida não são pelas intempéries do tempo, nem, tampouco, pelos amores que se avizinham. Não pelos nossos conflitos. E sim, pela vã tolerância, incapacidade de poder assimilar entre o Bem e o Mal, a falta de consideração em não se encontrar consigo mesmo.
Filhas, já lhes disse uma vez que, em mil missionárias, cada uma vibra sua harmonia, sua beleza, porque nelas está o toque dos Grandes Iniciados e de suas Guias Missionárias, quando há concentração nas filas mântricas.
Um grande abraço, minhas filhas.
Tua Mãe em Cristo Jesus,