23/05/76 • ÁUDIO - Retiro, Estrela Candente e História do Dido
Década de 70 > 1976
1 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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O relato de Tia Neiva aborda a transição espiritual para o Terceiro Milênio, rejeitando a visão de um “fim do mundo” trágico em favor de uma Nova Era de esperança conduzida por Pai Seta Branca e Jesus. Ela destaca a evolução dos trabalhos espirituais da doutrina, desde a fundação do primeiro Retiro em 1951, na UESB, até a implementação da “Estrela Candente”. Esta última é descrita como um poderoso gerador de força espiritual criado para aliviar as cargas do Templo, cuja condução e responsabilidade ela passa a delegar aos Mestres (Tumuchy, Arakém…).
A parte central do áudio é um relato autobiográfico que serve como alerta sobre os perigos da vaidade mediúnica e da interferência no livre arbítrio, centrado na história de um ex-colega de profissão, o caminhoneiro Dido. Através de sua clarividência, Neiva relata que em uma vida passada, na época da Revolução Francesa, Dido foi um homem avarento que negligenciou emocionalmente seu filho, Izidoro, culminando na morte trágica do jovem em uma mesa de jogo. Na vida atual (década de 1960), após enviuvar de sua primeira esposa (Nívia) e casar-se novamente, Dido a procura implorando que ela use suas forças espirituais para ajudá-lo a ter um filho.
Movida pela vaidade de demonstrar seu poder espiritual, e ignorando os avisos do espírito de Nívia, Neiva intercede junto a Pai Seta Branca para que o desejo do caminhoneiro seja atendido. Pai Seta Branca adverte que o espírito a reencarnar seria o próprio Izidoro, trazendo consigo antigos vícios que Dido, em sua atual condição de vida, não teria preparo para conduzir. Ainda assim, Neiva insiste no pedido. Anos depois, a profecia se concretiza de forma desastrosa: a nova esposa de Dido não suporta o filho e os abandona, Dido sofre intensamente até o seu desencarne, e o jovem Izidoro acaba perdido no vício de entorpecentes em Goiânia, forçando Neiva a assumir a responsabilidade cármica de tentar resgatá-lo.
Tia Neiva utiliza essa dolorosa experiência pessoal para ensinar uma lição prática aos seus seguidores. Ela adverte os doutrinadores que os trabalhos do Vale do Amanhecer possuem um poder imenso para curar e resgatar espíritos das trevas, mas que essa força exige extrema responsabilidade. A lição final é a necessidade de aceitar a vontade de Deus e respeitar as leis cármicas, orientando os médiuns a nunca usarem seus dons para forçar situações movidos por orgulho, vaidade ou pena inconsequente.
2 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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Salve Deus!
Esse conhecimento tão profundo, que também nos dá a oportunidade de servir aos nossos irmãos, dentro dos princípios da Espiritualidade, sem falhas, sem subterfúgios, e sem os falsos preconceitos de religiões ou de doutrinas.
Meus filhos, o que mais está realizando, o que mais está nos realizando, é essa maneira bacana de fazermos tanto, de termos tanto, e ao mesmo tempo ser a gente mesmo. Ao mesmo tempo vibrarmos dentro da nossa condição de compreensão, de princípios, dessa condição feliz que Pai Seta Branca nos dá, respeitando nosso livre arbítrio e até mesmo os nossos defeitos, serem aproveitados pelo Pai Seta Branca, os nossos defeitos serem acolhidos e servindo sempre de lição nesse mundo de provações. Meus filhos, o mais importante, também, é que nossa conduta, nós estamos entrando numa Nova Era, e dando oportunidade às pessoas pra sentir o Terceiro Milênio, vibrar com amor, encher de esperança, tirar esse trauma terrível do “fim do mundo”, essa mentira, essa dor que os falsos profetas colocaram na mente de um mundo já cansado, de um povo cansado de lutas! Salve Deus!
Nós somos a última esperança, nós somos a boa esperança, nós somos a feliz oportunidade, nós temos que mostrar ao mundo, que esperamos a transição, que esperamos o Terceiro Milênio. Nós temos que esclarecer que o Terceiro Milênio é a maravilha de todas essas informações, de todos os instantes que nós.
Esse “fim de mundo” tão falado, que nós recebemos essa mensagem diferente de todo mundo, nós que temos a certeza, a segurança de uma Nova Era, um melhoramento, em tudo, e que nós vamos ser conduzidos pelos grandes seres encantados. E essa feliz oportunidade que nós somos, com os poderes de Pai Seta Branca e de Jesus, nós vamos levar nesse Universo, antes que seja tarde, antes que seja tarde! Salve Deus!
3 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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Meus filhos, graças a Deus, foi realizado nesse Templo do Amanhecer, o mestre Jaguar, e ainda, com novos trabalhos, o Pai Seta Branca achou que nós estávamos recebendo muitas cargas aqui no Templo, e para que os mestres pudessem se realizar mais ainda, nos deu o Reino Central! Nos deu essa Estrela dirigida pelo Reino Central, nos deu esse gerador de força, e graças a Deus já se abriu o trabalho de manutenção, e já foram designadas as escalas, e cada dia a nossa escala está aumentando, como aumentou os retiros.
Eu peço a vocês, mestres jaguares… Salve Deus! Eu peço a vocês… Salve Deus!
Salve Deus! Que, quando estiverem cansados, me sintam como espelho, me tenham como um espelho, de vossas vidas espirituais, mediúnicas.
Em 1951, nove, no dia 9 de novembro, foi aberto o primeiro Retiro na UESB. Nós não tínhamos templos, e foi aberto o Retiro. Nunca faltou, nunca faltou, já faltou doutrinador e eu inclusive fui pra Mesa, eu fazia a presidência dos Retiros, a irresponsabilidade ainda de diretores, eu nunca deixei faltar, eu fazia o Retiro.
Teve muitos dias, em nome de Jesus, que eu era Doutrinadora na cabeceira de uma Mesa, lia o Evangelho como o Pai mandava, fazia a doutrina, porque é um dos princípios que nós não nunca podemos deixar, nos Retiros terá que ser aberto o Evangelho na ponta da Mesa às dez horas, às três horas e à noite. Salve Deus! Aliás, à noite não, às 8h00! Só até as 3h00 da tarde. E eu lia o Evangelho com dificuldade, às vezes tava até tomada assim já, mas nunca faltou esse Retiro, a não ser pelos dias que o Pai determinou que não terá Retiro, não terá isso. Mas, pela minha responsabilidade, nunca faltou!
Eu espero agora, essa Estrela, as escalas já não será, não vai ser dirigida por mim, é a responsabilidade dos Mestres Luz, do Mestre Tumuchy, do Mestre Jaguar, do Mestre Sol Estrela Candente, é a responsabilidade deles! Eu só tomaria a frente se eles falhassem! Mas, Jesus sabe que eles não falharão, e ninguém vai falhar eu tenho certeza.
Eu digo apenas que, quando vocês se sentirem cansados, se lembre que não existia ainda formado o Doutrinador, eu ainda estava fazendo as chaves, cheia de admirações, porque eu nem sabia o que era uma chave de Elevação, e graças a Deus, vocês agora tomaram a frente!
3 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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Mesmo que eu falte, que eu falte no plano físico! Mas, se Deus quiser, me der essa oportunidade, eu não falharei no Plano Espiritual, onde eu estiver! Eu tenho certeza que alguma coisa continuará, de mim, mesmo depois que eu partir daqui! Então, lembrem-se de mim! Lembrem de mim, que quando falava no Doutrinador, o que é isso? Doutrinador? O que é isso? O que é um Doutrinador?
Doutor Targino que hoje está aqui conosco, é um desencarnado, era um engenheiro da NOVACAP, uma pessoa que me ajudou muito, Doutor Targino e Doutor Moacir. Doutor Moacir acho que ainda está. São kardecistas mesmo firmes, mas, que mediante a minha mediunidade eles não vacilaram, pelo contrário, e como o Doutor Targino sempre me disse:
“Quem sou eu pra dizer pra você Neiva, que faça ou não faça. Se o Seta Branca mandou fazer, faça! Nós não podemos te seguir.”
Porque ninguém podia me seguir e, naquele tempo, ninguém queria, ninguém queria ficar ao meu lado, porque as pessoas ao meu lado eles ficam apagados, e eles queriam realçar aquela doutrina, que é o kardecismo aqui na cidade livre. Eles queriam tudo e, perto de mim, o Pai Seta Branca mesmo dizia:
“Não Fia, vá pra UESB, deixe eles, porque ninguém vai te entender agora!”
E, sempre que tem uma estrela no céu um pouquinho maior que as outras, você só vê aquela, não é? E ninguém queria ficar perto de mim, tudo era eu, era eu, era eu, entendeu? E naquele tempo, quando fazia alguma coisa errada, eu dizia:
“Não, isso tá errado!”
“Não, mas como tá errado, pois se a cem anos vem assim?”
“Não doutor, tá errado, não é assim não, é assim!”
Entenderam?
Um dia tava uma Mesa lá, e chegou um kardecista, um homenzinho, de muitos anos, ele recebeu uma entidade e falou assim:
“Olha, o Bezerra de Menezes, ele tá lembrando aqui, Bezerra de Menezes mandou ler o evangelho tal, tal, tal…”
O número lá, né? Aí ele leu. Leu uma mensagem do Evangelho e todo mundo ficou com sono, sabem? E eu também dormi, mas não é dormir, eu recebi o Pai Seta Branca, e Pai Seta Branca disse que eles terminassem a sessão e me tirassem dali, que tava me fazendo mal.
Foi quando eu me retirei. Doutor Targino está se lembrando aqui, e ele foi me acompanhar onde eu estava, nas horas que ele precisava ele ia atrás de mim. Então, mais ou menos isso foi em maio, foi quando eu fui pra UESB. Salve Deus! E fui pra UESB e lá abrimos esse Retiro, que esse Retiro até hoje, graças a Deus!
Completando, como nós estávamos falando aqui, agora essa força maravilhosa que se virou pra nós, que é essa Estrela.
Vocês estão começando com poucos mestres, com poucos mestres, não chega a cobrir mesmo, a cobrir mesmo a Estrela, mas, daqui uns dias, daqui uns dias numa escala você vai ver, vai ter que fazer duas vezes, no mesmo horário, ter que fazer duas consagrações, quer dizer, duas estrelas.
3 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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Porque os mestres que estão aposentados, aqueles que têm assim uma vida menos atribulada, eles vão tomar conta mesmo dessa Estrela! E digo a vocês meus filhos, que um Retiro, um retiro por mês, uma escala por mês, já não digo por semana, é uma força que se leva a muitas eras! É uma força de tão grande evolução, de tanta evolução, que nós vamos fazer curas sim!
Sábado… Quarta-feira, foi feito uma cura, foi feita uma cura aqui, muito grande. Depois, domingo, eu vou contar a vocês a cura que foi feita, é inacreditável! A cura que já foi feita, entre a Estrela e os mestres, e entre aqui o Templo. Depois eu vou dizer a vocês. Salve Deus!
Mas, como o Pai Seta Branca sempre está mandando eu contar minha vida a vocês, eu vou lhes dizer um trecho, ligando já minha vida espiritual.
Quando eu entrei no Expresso Universo, eu era motorista, e tive mais ou menos um contrato com o Expresso Universo. Então, eu levava aquelas cargas, que o Expresso Universo. As cargas são enormes, aquelas camas de antigamente, cama de campanha, campanha não, como é que chama? Tapetes, alguns de vocês lembram disso. Eram aquelas cargas enormes.
Então, eu tinha medo de viajar sozinha. O que eu gostava mesmo era de estar sozinha. Porque os meus pensamentos, não pensava em nada, não tinha saudade de nada, uma vida realizada. Mas eu sempre pensava no Gilberto. Um médico, queria que ele fosse médico, porque o pai queria que ele fosse médico. Pensava neles assim, e sempre pensando, sempre em meus filhos.
Uma vida assim despreocupada, eu fazia uma viagem, enquanto meus colegas gastavam todo o dinheiro naquelas pensãozinhas onde eles chegavam, naquelas cidadezinhas, o meu sempre tava guardado.
E minha vida, eu já tenho contado a vocês, era uma vida maravilhosa, eu passei doze anos, mas uma vida tão bacana! Assim, trabalhando muito, trabalhando muito, que hoje eu não sei, eu acho que a maior prova do mundo é uma pessoa que não gosta de trabalhar.
Eu não sei, eu me realizava tanto na minha vida! Vocês sabem, tive muitas propostas de casamento, muita coisa, mas a minha vida estava reservada, graças a Deus, por isso eu me realizava, era como se eu fosse um homem.
Então, quando eu entrei pro Expresso Universo, eu fiquei mais cautelosa, eu não viajava muito sozinha. Procurava assim as tropas, andava mais em tropas de carros. Procurei colocar uns colegas no Expresso também comigo, fui lá, pedia, meus pedidos sempre eram aceitos, e eu sempre tava por cima.
E conheci, eu tive um colega, Dido, que ele não tinha filhos e a esposa dele vivia com ele, também guiava, era uma moça muito bonita, e eu me apeguei muito a esse casal, mas nessas horas assim, de conversa, ela sempre mostrava um pensamento dela de não ter filhos. Eles já tinham acho que uns cinco ou seis anos de casados, e eles não tinham filhos. E ele tinha assim uma adoração por ela.
3 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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De forma que, até a gente achava que ele seria, se ela ficasse em casa, talvez fosse melhor. Ela fazia qualquer coisa, que ela tivesse um filho, ela tinha um tristamento muito grande. Mas acompanhava ele e eram felizes, felizes mesmo!
E, foi quando apareceu esse sonho… Sim Mário, ele deve tá aí… Eu sei que nós nos mudamos, quando eu vim trabalhar no Expresso Goiás, que eu me desliguei deles, mas sempre que ele podia, eles vinham onde eu estava aí em Goiânia, e a gente, aquela amizade continuava.
Eu esperava a qualquer hora sair do Expresso e voltar pra… Sair do Expresso Goiás e entrar no transporte outra vez, que era o que eu adorava o transporte.
Mas, a minha situação ficou meio difícil, porque os meninos precisavam estudar, e eu em Goiânia era mais fácil de eles estudarem, para os meninos estudarem. Os meninos já estavam no ginásio e eu não podia ir pro transporte.
E aí começavam, eu não sabia o que estavam fazendo, cada hora eu tava num Estado, e eu comecei a me preocupar e fiquei no Expresso Goiás Ltda., que é em Goiânia, trabalhava nesses ônibus. Então… e depois eu vim pra Brasília, e aconteceu tudo isso que vocês viram.
Mas, eu nunca me esqueci, eu nunca me esqueci desse casal. E um dia eu comecei a mentalizar os dois.
Então eu vi que o Dido foi um cidadão francês assim, muito rico, muito avarento, mais ou menos na Queda da Bastilha. E teve um filho, que se chamava Izidoro. Esse filho desandou mesmo! Então, com aquela avareza dele, ele era um homem indesejado. Ele foi viver pra esse filho. Esse filho foi acabando com a fortuna dele, ele um mal sujeito, assim, só pensava em dinheiro, só pensava no que ele possuía, naquela avareza.
E, resultado, o filho morreu, morreu numa banca de jogo, numa mesa de jogo, ele recebeu uma facada e o Dido se traumatizou com tudo aquilo.
Com cinquenta e cinco anos, mais ou menos, ele morreu. Nívia, essa esposa dele, sofreu terrivelmente, com tudo isso.
(Uma pessoa entra no Templo e se sente mal).
Leva ele lá para fora. Leva ele lá para casa para tomar um leite. Leva ele lá para casa. Coitadinho, ele saiu do…. Aquele que tava ruim aquele dia da aula, ele tá muito bonzinho, mas ele deve ter tomado algum calmante e não aguentou. Eu vi quando ele vinha entrando. Salve Deus!
E esse… E foi um sofrimento terrível. Eu quero que vocês ouçam bem, com a mente, com o coração, o que eu estou contando a vocês. Porque vocês agora vão adquirir muita força, eu falei para vocês o que é uma força da Estrela Candente e de um Retiro. E muito mais desse trabalho de caridade, de amor que nós damos aqui nesses Tronos.
Então, ele sofreu demais. E ele se acrisolou naquela fortuna, e logo que Izidoro morreu nessa mesa de jogo. E foi isso que eu vi.
3 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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O sofrimento dele foi terrível, porque ele se agarrou, ele se arraigava àquela fortuna. O filho gastou, ele já estava já quase pobre, ele tinha gasto a metade da fortuna dele, e ainda viu um filho assassinado, que era a coisa que ele mais adorava na vida, era aquele filho.
Então, ele e Nívia haviam passado essa dor terrível. Quer dizer, o crime de Dido era só mesmo de avareza, e de irresponsabilidade perante o filho.
O filho é a coisa mais sagrada que se tem na vida. Nós temos que ter muita preocupação com os nossos filhos, nós não podemos, nós não podemos descuidar da criação, nós temos que ter um conhecimento, nós temos que sempre estar aderindo aos nossos filhos, nós temos que saber conduzir. Não se pode abandonar um filho como o Dido havia abandonado o dele. Quer dizer que, ele fazia o que queria mesmo no lar, ele não dava condições de conhecimento nem de nada pro filho, era dinheiro, era aquela vida que ele pode dar. Salve Deus!
E abandono do filho, essa missão, esse tempo que nós estamos, o Pai Seta Branca está me dizendo que nós estamos numa era difícil de saber conduzir nossos filhos, mais uma razão pra um pai nunca abandonar um filho, e muito menos uma mãe! Salve Deus!
Então, eles foram. Desencarnou, Dido, com cinquenta e cinco anos. Então, eles sofriam de ver um filho lá no espaço passar por eles sem conhecer, quer dizer, que não reconheceu como pai, não deu tempo dele reconhecer, do filho reconhecer o pai.
Porque existe muito isso. Quando a gente chega do outro lado, quando não soube conduzir o filho, você chega e vê um filho, ele nem lhe olha, e nem sabe que você é pai. E você tem o amor de pai, estão compreendendo? Já uma reparação mesmo da espiritualidade. A gente sofre tanto por isso. Salve Deus!
Então, eu vi tudo isso e me preocupei. Isso eu já estava na UESB. Me preocupei, porque Deus podia dar uma oportunidade pra ele, eu pensava comigo, sabem?
Vocês, agora, têm que saber pedir as coisas a Deus, estão me entendendo? Quer dizer, eu tava com toda a força, em mil novecentos e sessenta, eu tava com toda a força! Vocês têm que aprender a pedir, tem que saber pedir a Deus agora, as coisas, tá certo?
E os anos se passaram, em 1960, eu já estava na UESB, no início, e quem me aparece? Dido! Ele me apareceu assim, vocês entenderam, né?
Dido viveu na França, no tempo da Bastilha, teve esse espírito de Izidoro, vocês entenderam? E eu o encontrei como meu colega já no Brasil, estão entendendo? Era meu colega.
3 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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Em 1960 ele me apareceu, mas já me apareceu casado com uma outra moça, a Nívia tinha morrido. Já tinha mais ou menos uns dois ou três anos que eu tinha perdido eles de vista, foi quando ele me apareceu em mil novecentos e sessenta, casado, e outra vez com o problema, já tava com um ano ou dois de casado.
Quer dizer que, um ano mais ou menos que ela morreu ele se casou, né? E ele até me disse, falou, me chamava de “colega velha”, ele contou a história, ele disse que tava muito sentido ainda com a morte da Nívia, e disse:
“Eu não aguentei viver sozinho, me casei, e soube que você estava aqui.”
Até ainda fez assim uma crítica, sabem? Falou:
“Mas você deixou o transporte, você ficou aqui, você vai fazer vida de santa aqui, você vai aguentar isso aqui?”
E eu:
“Não, rapaz, eu bem que eu quero sair, mas…”
Também dei uma de valente, né?
“Eu bem que eu quero sair, mas os espíritos não deixam, não tem jeito de eu sair daqui!”
Ele falou assim:
“Eu sei, eu tenho muita fé, eu sempre quis falar com você desse negócio de espiritismo, desse troço de espiritismo.”
Vejam bem como é que, em sessenta, como é que as pessoas pensavam em espiritismo, sabem?
“Eu tinha muito medo de falar com você, mas eu muitas vezes fui lá na Dona Lourdes”, lá em Itumbiara…”
Imagina de onde ele saia, sabem? Ele era um paulista do Leme. Ele era, quando falava em paulista do Leme, era esses motoristas assim enjoados, tinha um caminhão sempre enfeitado, sabem? Já sabia que era paulista do Leme, isso no meu tempo. Então, e nessas críticas mais ou menos, ele me dizendo reservadamente, disse:
“Olha, a Nívia até gostava muito, ia lá na Dona Lourdes.”
E logo eu levei, pensei, e eu também fui, a Dona Lourdes foi na minha casa pra me acordar. E eu nunca disse a ele, com vergonha. E ele também foi na Dona Lourdes e tinha vergonha de falar pra mim, estão entendendo? E falou:
“Até nós ia lá, e eu gosto demais, eu já vi falar de você, eu sei que você agora você é mesmo um Espírito de Luz, você entende mesmo, você é vidente.”
Eu falei:
“É, eu sou vidente, eu vejo”
E nisso a Nívia apareceu e fez assim pra mim, que não contasse que ela estava ali, e que ela estava muito bem, e que negativo, que não atendesse o pedido dele. Vocês estão ouvindo? Que não atendesse o pedido dele. Ele falou assim:
“Sabe, colega velha, eu queria assim, que você arranjasse, pedisse ai os guias, puxa vida, eu preciso ter um filho, pra me realizar!”
A Nívia entendia muito bem, mas ela, mas a esposa dele, ela tá viva, eu não posso… Mas ela, ela não vai entender:
“Eu preciso ter um filho, você dá um jeito colega, eu sei que você vai dar um jeito”. Fala com os guias ai, com os caboclos… E eu tive pra ir na “Dona Lourdes”. “Dona Lourdes” é uma mulher famosa, eu tive até vontade de ir na “Dona Lourdes”, mas tá tão longe, e tal, eu tenho fé em você. Esses dias eu tava pensando. Olha, sua coragem, você andar sozinha de caminhão e nunca ser assaltada, e ser… Isso, alguma coisa você tinha mesmo, era os caboclos te ajudando, você vai dá um jeito pra mim…”
E ela, a Nívia, ela fez assim pra mim, com o dedo, que eu não atendesse o pedido dele. Mas, ele me insultou tanto, assim, sabe, na brincadeira, aí eu quis dar uma de valente, né?
Falei, ah, também, peraí, ele tem que saber que eu sai, sai da estrada, mas eu tô aqui porque tenho razão. Ah, foi só ele sair eu fui atrás do Pai Seta Branca! Falei:
“Meu Pai Seta Branca, eu já vi o quadro desse colega, se ele teve um filho… Assim, assim, contei, antes da Bastilha, na época assim, e tal… E eu gostaria que ele tivesse esse , porque ele precisava conhecer as forças do Céu”.
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Mas eu tava com orgulho de mim, não eram as forças do Céu, eu queria que ele conhecesse a minha força! Tá certo? Agora, eu mentia pro Pai né:
“Eu quero que ele conheça as Forças do Céu meu Pai.”
Pai Seta Branca falou, e isso serve pra todos nós:
“Olha minha filha, Dido teve um único filho, Izidoro, ele quase destruiu Izidoro. O Izidoro não reconhece ele como pai, porque na encarnação quando ele teve oportunidade de vir como seu filho,o Izidoro tratou com toda indiferença, e…”
Sei lá, como…. Não me lembro direito como o Pai falou:
“Quer dizer, hoje quem vai vir outra vez é Izidoro.”
O Dido…. Vejam bem como as coisas são esclarecidas para mim, e serão esclarecidas para vocês. O Dido está mal-acostumado com a ternura, com a dedicação de Nívia, que foi uma companheira para ele. Ela se evoluiu pelo simples pensamento de não ser mãe.
Muitas vezes a gente vê uma pessoa que não teve a oportunidade de ter um filho, não sabe o tanto que, né? Não sabe os desígnios de Deus, às vezes pra livrar uma grande dor. Então, se Izidoro vem no lar, ele não vai…. Com todos aqueles vícios, com todos aqueles vícios que Dido lhe proporcionou, estão entendendo? O Dido, como, hoje um homem embrutecido, motorista de caminhão…
Até me ofendeu, né?
“Embrutecido, motorista de caminhão, vai receber esse jovem em seu lar com outra mãe, que não é a Nívia. E mesmo se fosse, esse filho vem com toda fidalguia, como que Dido vai suportar esse filho?”
E eu, na minha ignorância, pensei assim… Isso é muita irresponsabilidade, tenho até vergonha de dizer, falei:
“Ah, mas podia ser um outro espírito, podia ser um outro espírito…”
Quer dizer, eu queria só cobrir, dar força à vaidade dele, e a vaidade minha dos meus conhecimentos, da minha força. O Pai sorriu e:
“Depois, é perigoso, você tem remorso minha filha, depois…”
Eu falei:
“Não, Pai, não sou eu! Eu não posso ter remorso disso! Pelo contrário, quando o Dido conhecer essa força maravilhosa do Céu, ele também vai ser um grande espírita, vai ser um médium, vai ajudar muita gente…”
O Pai Seta Branca olhou pra mim assim, fazendo um jeito de rir, como ele tem costume, falou assim:
“Vai ser um grande médium, vai ajudar muita gente a viver…”
Olhou pra mim assim, né? E sorriu. Aí vieram as outras entidades já tomar conta do meu trabalho, né? Quer dizer, o Pai Seta Branca falou assim, tá decidido, né? Todo mundo, ou certo ou errado, tá certo, né?
E logo veio umas entidades, veio uns Cavaleiros a meu favor, e disse:
“Eu soube, pela espiritualidade, que Izidoro tinha vindo reencarnar no lar de Dido.”
E eu fiquei muito feliz, e nove anos depois, nove anos, chega Dido aqui. Izidoro tava com nove anos, quer dizer que, em seguida que ele foi lá, não é? Quer dizer, um ano, foi agora em setenta, ele veio atrás de mim.
3 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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Ele veio atrás de mim, mas nem vibrava, nem parecia aquele, um homem morto, porque eu tinha uma… eu achava que ele era uma pessoa maravilhosa, sabem? Chegou aqui. A moça não suportou o filho. Porque isso tá muito comum hoje em dia. A mãe se aborreceu tanto com o filho, estão entendendo?
Que abandonou o Dido.
E ele veio saber de mim o que ele fazia. Nunca ele ficou… Ele ficou sabendo que eu ajudei, que eu pedi a Deus, mas nunca ficou sabendo da profundeza de tudo, sabem?
E eu, com meu “cascudinho”, foi uma época mais difícil. Em mil novecentos e setenta agora, eu tava numa situação horrível! Eu tava me decidindo sair daqui, eu tava com mil coisas na minha cabeça, eu não sabia o que eu ia fazer. Porque, foi a fase mais dura que eu passei na minha vida, foi agora em setenta. Foi horrível! Eu não sei como já se passaram seis anos, não sei como se passou, só mesmo a força de Pai Seta Branca. Porque foi um ano de irrealização, foi um ano de dor, entrou setenta e um, até… Salve Deus!
Então, eu não tive nem palavras pra ele. A minha decepção foi tão grande quando eu vi esse colega, que… E o filho ficou com ele, ele queria deixar o filho comigo!
Como é que eu ia ficar com o filho dele? Pra ele deixar aqui, pois eu não sabia o que ia ser da minha vida? Tava o orfanato em desalinho, tava tudo assim na maior… Sabem? Eu tava passando uma fase assim, só Deus é quem sabe!
Então, ele voltou com o filho. E agora, algumas semanas atrás, ele desencarnou, e eu soube que o menino está em Goiânia, na pior situação. E agora que eu alerto: agora que eu estou encarando o Pai Seta Branca! Nesse instante, agora é que eu estou encarando!
Resultado: Eu vou ter que mandar buscar, né? Eu vou ter que tomar uma providência, ver se essa semana ai eu ainda vou, eu mesma vou, porque nem endereço eu tenho. Eu mesma tenho que ir, tenho que procurar os meus antigos chefes lá do Expresso, ter notícias desse colega, saber onde tá esse rapaz, porque eu sei que ele está na pior.
Tá cheio de vício, de… Como é que chama esse vício? Entorpecente! Pois é, é assim que tá o rapaz. Eu sei também que a vida dele, que é uma bombinha pode estourar na minha mão. Porque ele também vai ter que desencarnar logo, ele não tem missão aqui!
E eu perguntei a Pai Seta Branca, eu perguntei a Pai Seta Branca, qual é a situação de Dido e a situação de Izidoro. E o Pai Seta Branca me disse… Salve Deus!
Me disse o seguinte: O Izidoro veio apenas como instrumento, veio apenas como instrumento. O que o Dido sofreu de sessenta até essas últimas semanas, é como ele disse mesmo, né?
Ele deve ser um Espírito de Luz, porque a única coisa errada que eu vi ele fazer foi esse pedido!
3 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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Ele só sofreu com esse filho. Em parte, também foi bom, porque quando Izidoro sair daqui da Terra vai reconhecer ele como filho.
Mas reconheceria, se ele não tivesse a vaidade de homem, de ter um filho, quando ele se casou a segunda vez ele devia estar com seus trinta e seis, trinta e sete anos.
Quer dizer, que essa vaidade, se ele tivesse sido mais humilde, ele recebia um filho do outro lado, porque é muito importante um filho quando a gente tá evoluído do outro lado. Salve Deus!
Então, meus filhos, eu quis muito contar a vocês. Parece que o Pai Seta Branca tá me trazendo esses resultados, pra pedir pra vocês, porque eu nunca tive uma Tia Neiva que me alertasse, e vocês têm!
Muitas vezes vocês fazem um pedido pra mim, entenderam? Vocês fazem um pedido, era muito bom que aquilo realizasse! Mas pra poder chegar aquele prazer seu, aquela sua vaidade, tem tantos outros trabalhos pra você fazer! E ainda correndo o risco, ainda correndo o risco de você receber e sofrer!
Meus filhos, nós temos que pensar uma coisa: na vontade de Deus! Eu sei que muitos de vocês, ou pra maioria, essa corrente pesa, mas olhem pra mim e vejam que pesou muito mais pra mim!
Vocês estão enfrentando, vocês estão enfrentando, recebendo numa bandeja uma doutrina pronta! E eu, com trinta e dois anos, entenderam? Assim, debaixo de uma força, de uma força mesmo enérgica, eu ainda fui fazer!
Veja a maravilha que temos! Eu entrei sem ninguém me aceitar. Nesse plano físico, sabem como é que as pessoas me aceitavam? Não era por amor, era pela dor! Chegava uma pessoa, chegava perto de mim e:
“Ah, essa mulher não sabe de nada! Quero ver só se ela sabe!”
E eu falava:
“Eu sei sim!”
Imaginem que desafio!
“Eu sei sim, eu sei sim, o que você quer saber?”
E a pessoa pensava assim:
“Quero saber se ela… Qual é a minha profissão?”
“Eu sei sim, você é um policial.”
Ele pensava e eu falava. Mas isso é a maior baixeza na vida espiritual! A pessoa que não tem…. É a mesma coisa, eu não sei dar um exemplo aqui agora, entenderam? A pessoa, por exemplo, ficar sabendo o que você pensa, isso para a espiritualidade é feio! É gente fuxiqueiro, é mais ou menos isso, entenderam?
Que vive, por exemplo, você chegar perto de mim e é uma covardia eu saber o que você pensa a respeito de mim, entenderam? Isso é uma covardia, eu…. Dizer que eu tenho toda a minha força, estão entendendo?
Vocês mesmo sabem, é como eu vi um mestre sol ontem falando.
“O Vale do Amanhecer, o Vale do Amanhecer, a gente não pode dizer, a gente tem que dizer pra pessoas: vai ver!”
É mesmo, e a gente tem a certeza, a gente não tem palavras, você não tem palavras lá fora pra dizer lá fora o que é o Vale do Amanhecer?
3 • Caridade, Canal Vermelho e Elítrio
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Não é? Você não pode dizer pra ele:
“Vá que eu te curo”.
Não, vá lá! E ele vem todo ruim, todo lascado, chega aqui resolve a situação dele, aí ele viu o que é o Vale do Amanhecer, não é? Conhece a força do nosso amor! Conhece a força do nosso amor!
Ontem o Mário teve uns visitantes aí, uns cientistas, e eu tava me lembrando de uma resposta que eu dei a um cientista uma vez. Ele foi…. Basta dizer pra vocês que eu só tenho força, não tenho condição intelectual, não tenho nada, entenderam?
Mas, as respostas assim, sempre grosseira, sempre deixando a pessoa assim, atordoado, depois a pessoa não sabe nem o que ele vai fazer.
Como, uma vez me perguntaram o que eu achava da parapsicologia e eu, com o maior orgulho, sem nada, disse:
“Não, eu acho assim, que eles vão acabar se esclarecendo que eles não passam de espíritas e vão se encontrar com a vida espiritual e com a mediunidade desenvolvida, vão acabar nos centros mesmo!”
Quer dizer, o Mario tem condições de falar, de dizer, mas isso, eu falava assim, com desprezo, sabem? Entenderam? É, se quisessem, né? Estão entendendo?
Então, meus filhos, muita gente vai pedir a vocês as coisas, muita gente. Quantas pessoas chegam perto de mim, e eu tenho condições às vezes, um filho, buscar um filho onde ele está. Trazer um filho a uma mãe, um pai, eu posso fazer.
Se eu sei que aqueles espíritos estão separados para se encontrarem cheios de amor, muitas vezes ainda desse lado, muitas vezes no outro plano, eu sei dos encontros maravilhosos que eles dois vão ter. Eu sei que eu posso, que eu tenho força, em nome de Jesus, de fazer aquele encontro imediato, de trazer aquela pessoa. E as consequências? E as consequências?
Então, tem aquela pena, porque nós pagamos uma pena, nós temos aquele tempo, aquela condenação, nós temos que pagar, é como uma condenação. Então, nós temos que respeitar as linhas, os desígnios de Deus!
E digo a vocês: um dos trabalhos mais fortes, em nome de Jesus, que está existindo e começou a funcionar, e que eu tenho medo e choro quando eu vejo, é na ponta daquela Estrela, basta quatorze mestres, quatorze mestres, quatorze doutrinadores positivos, seguros na mão um do outro! Aquele trabalho, em nome de Jesus, quando estiverem bem conduzidos, é como diz o Pai Seta Branca nesse instante, em nome de Jesus: pode trazer uma nuvem do céu. É um dos trabalhos que podem transformar uma situação!
Porque que eu, com toda a minha Clarividência eu deixo vocês fazer esse trabalho, vigilante, e ainda puxar um espírito das trevas, espírito que não ouve mais, que não sente mais nada, puxar em cima daquele esquife?
Aquele esquife está preparado! Você se deita, joga seu ectoplasma em cima dele, seu plexo em cima daquele esquife, e quando você sai tá a marca, e aquele espírito vem e cai em cima do seu plexo.
Aquele trabalho é o trabalho mais poderoso! E vocês vão ter força naquele instante, e é preciso saber o que vão pedir! Salve Deus!
Quero pedir a vocês também, quando eu estou aqui no Templo, não adianta vocês me abordarem assim:
“Tia Neiva, isso assim, assim, Tia Neiva.”
Não precisa, e também não adianta, porque eu só faço as coisas pra vocês depois que eu mentalizar e saber.
Nessas aulas aqui aos domingos, que o pai não quer que nós… Salve Deus! Eu fico com a mente de vocês todinhos! Em nome de Jesus, pelos olhos que eu entreguei a Ele, eu vejo até o que está do outro lado. E pouca vibração, eu faço o que Ele quer, o que é possível! Salve Deus!
Entenderam? De forma que não adianta e não há necessidade. Façam um bilhetinho, mentalizem, nos dias oficiais, quando vierem fazer seus Retiros, me procurem, me dê um bilhetinho, faz um bilhetinho, de qualquer jeito, basta seu nome.
O que for possível… E também o impossível, muitas vezes eu me responsabilizo…
Salve Deus!