23/11/75 • ÁUDIO - CONSCIENTIZAÇÃO DA MISSÃO
Década de 70 > 1975
1 • Conscientização da missão
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E que nos seja possível acompanhar o Pai Seta Branca, ser realmente o Seu filho.
Vamos pedir a Jesus que nos dê a força necessária, porquê, meus filhos, nós estamos passando as agonias, as aflições de uma transformação para uma Nova Era, desta vida que nós já estamos habituados, deste mundo tão bacana que nós… Que nós vivemos.
Vamos, meus filhos, vamos procurar entender o Pai Seta Branca, porque é o espírito dessa Nova Era.
Pai Seta Branca é o espírito de Amor, de Tolerância, de Humildade e é também um Velho Sábio de nossa era.
Meus filhos, há dezoito anos passados, dezoito anos de luta, dezoito anos de amor, de humildade, que eu venho me esforçando pra melhor servir esse Pai!
Quero que vocês entendam a mensagem de Pai Seta Branca e, hoje, meus filhos, eu recebi ordens dos Planos Superiores pra contar a vocês a vida de Pai Seta Branca, mas a Verdade, em nome de Jesus Cristo, pra vocês conhecerem melhor essa missão, Salve Deus!
Salve Deus!
Meus filhos, nós estamos nos preparando somente para servir, somente para servir! Nós desenvolvemos a nossa faculdade mediúnica, nos esmeramos, recebemos “carões” dos nossos instrutores, às vezes também suas incompreensões e nós toleramos tudo com amor, somente com um único pensamento: Servir sem ser servido!
Servir as pessoas menos esclarecidas do que nós. Servir com amor, essa nossa… Aproveitando essa nossa mediunidade e conscientemente nós fazemos isso!
Então eu quero que, consciente também vocês fiquem da Missão e o porquê de ser o Pai Seta Branca esse Missionário. Salve Deus!
Pai Seta Branca, o Escolhido desta obra, de tanto amor, de seus filhos. Salve Deus!
Ele está chegando agora, em nome de Jesus Cristo! Salve Deus!
Meus filhos, essa semana foi uma semana feliz pra mim, porque os trabalhos foram muito bacana, tudo que aconteceu aqui foi muito bacana. Os aparelhos, os aparelhos de incorporação se portaram maravilhosamente bem e melhor os Doutrinadores, os Mestres, os instrutores.
Eu fiquei muito feliz e essa madrugada, mediante o que me deram e o que eu recebi no espaço, me comoveu muito! Saíram curas daqui do Templo, curas maravilhosas, que eu, como Clarividente, já tinha visto os quadros, não havia possibilidade de cura.
O maior cientista do mundo, tenho certeza que reconheceria esses fenômenos.
Eu vi, em nome de Jesus Cristo, um homem… Um homem já desenganado pela medicina da terra, ele sair caminhando aqui, como um desafio, um desafio à nossa…
Um desafio da nossa fé, da… Não sei se eu me expresso certo, mas um desafio, foi maravilhoso demais!
E essas coisas, no espaço, eu recebo e, pela primeira vez eu fui assim… Eles não acharam falha em mim! Salve Deus!
Porque o que vocês são aqui, os erros, as coisas, tudo reflete em mim. Eu sou uma só, que respondo por vocês. Se vocês fazem as coisas erradas e eu admito, se eu admito uma mistificação sem reclamar, ou sem tomar uma providência no plano, pela minha Clarividência, eu tô com o juramento de pé!
Jesus tem meus olhos pra arrancar o dia que eu deixar mistificações, eu vendo, passando, sabendo e admitindo uma mistificação aqui no Templo.
Então a espiritualidade, muita coisa que eu não vejo, eu não sou nenhuma “Divina”, as coisas passam muito que eu não vejo, que não alcanço, não tenho a capacidade de ver, às vezes passa que eu não vejo, então a Espiritualidade me chama a atenção lá em cima. Salve Deus!
E essa vez, eu recebi assim numa bandeja, a Espiritualidade elogiando, que é até muito difícil, é muito difícil, eu sou muito sacrificada lá em cima, porque eles não fazem elogios assim, vocês pensam que eu recebo lá:
“– Ah, minha filha de ouro…”
Não, eu sou uma trabalhadora, que eu só sirvo, porque eu estou ali numa linha, é isso que eu quero que vocês compreendam e tem que agir assim, porque às vezes chama vocês à atenção, ou menospreza um pouco vocês assim, despreza um pouco, é porque alguma coisa está sendo errada, mas eu não tenho capacidade, não tenho coragem de corrigir, mas, eu sou corrida lá, eu sou corrigida! E sempre eles me dizem:
“– O dia que você admitir um… Não souber manter na sua Clarividência todos esses filhos…”
Eu deixaria seguir, ia pesando, ia pesando, depois não me transportava mais. Salve Deus!
As coisas lá são muito sérias, lá não se brinca, apenas por gostarem de mim, por ver meu sacrifício:
“– Ah, tá tudo certo, que bom…”
Não!
Uma cabeça aqui, uma cabeça que sofra, que esteja errada pela minha orientação, eu pago pelo corpo mediúnico todinho.
E dessa vez eu fiquei emocionada, porque eles me disseram com valor, valorizaram a corrente, que está certo, os aparelhos estão deixando esse fanatismo, essas bobagens de ficar dando diagnóstico, esses médicos, essas incorporações de qualquer espírito, intervenção de espírito dando diagnóstico, intervenção nos Tronos dando… fazendo profecias… porque a profecia para os Pretos Velhos é uma coisa muito triste!
Eles estão aqui, eles vem aqui, pegam o aparelho é para doutrinar, nosso trabalho é doutrinário, é… são forças que se unem, que se manipulam e que acontecem os fenômenos. Salve Deus!
Então os aparelhos, graças a Deus, não houve fanatismo, até as velas graças a Deus já estão diminuindo, de primeiro enchiam o Pai Seta Branca que eu não sei como não pegava fogo. Iam pra lá, acendiam milhões de velas e graças a Deus, já estão vendo que a luz que nós temos que acender é no coração das pessoas.
A nossa vela, a gente às vezes acender uma vela, como uma tradição, de um ente querido que tá do outro lado, qualquer coisa, tá certo na sua casa, mas, essa…
A luz que nós temos que acender é no coração das pessoas que nós amamos, é nas pessoas que estão precisando de nós, é nos corações, é nos corações dos homens, Salve Deus!
Salve Deus!
Explica aqui, aquela criança, aquelas duas crianças do orfanato, sabe?… Viu mamãe? É perigoso aqui a criança, sabem? Faz mal pra criança! Salve Deus!
Salve Deus!
Então, esta… Aí tá bom. Salve Deus!
Esta que é a luz que nós temos que acender, é no coração das pessoas, no coração dos homens. Salve Deus!
Então, graças a Deus, nós estamos nos libertando desses… Dessa tradição que não deixa de ser um fanatismo, as comunicações estão maravilhosas, de forma, meus filhos, que francamente eu estou feliz. Eu estou feliz de ver esse corpo mediúnico bacana, se preparando, como eu já disse, uma hora dessa, deixando as coisas maravilhosas das suas casas, coisas que… Pra ficarem aqui nesse banco duro, ouvindo essa palestra que… todo o meu atraso, a dificuldade de me comunicar com vocês.
Sei que nós estamos, meus filhos, nos preparando e sei que nunca vocês vão se arrepender dessa grandeza de espírito, de se prepararem para servir.
2 • Conscientização da missão
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Meus filhos, eu já contei minha vida pra vocês. E por isso que eu, mais feliz eu fico, porque vocês estão realmente me seguindo e eu tô servindo de espelho, o espelho feliz, verdadeiro, de Jesus!
Eu comecei a minha vida espiritual, muita gente tem problema, um tem problema de enfermidade, um tem problema de vida material, de angústia, de desunião, de atuações de cobradores, mas eu, meus filhos, isso é que eu me orgulho por dizer a vocês, me orgulho por Jesus, por Pai Seta Branca! Eu comecei a minha vida espiritual, não tinha trinta e dois anos. De uma felicidade, a minha vida é uma vida assim, realizada, vivia assim com quatro, cinco filhos, quatro filhos e uma mocinha, uma menina que eu criei, nós éramos cinco, seis, nós éramos seis comigo, felizes, felizes!
Nunca me faltou nada, trabalhei pra esses filhos, minha vida era maravilhosa, era como artista de cinema.
Eu era motorista de caminhão, fui a primeira mulher que guiou caminhão no Brasil, que pegou uma Carteira de Motorista Profissional, foi a primeira mulher, fui eu no Brasil, vivia nas manchetes.
De forma que a minha vida era uma vida assim, sem angústia, realizada, Deus me deu tudo!
E, quando a vida espiritual, e, católica hereditária, de parentes padres, freiras, que é o que mais tem na minha família e de repente eu comecei a ver os espíritos!
Tudo descortinou assim, como se alguém pegasse minha mão e descortinasse.
E eu fui viver cheia de perturbações, mas, uma coisa, graças a Deus, o Pai Seta Branca sempre me disse:
“– Se um dia você não quiser, você volta ao que você era!”
Estão entendendo?
“– Você vai abraçar a vida de uma Franciscana!”
A vida de pobreza, que eu não conhecia, uma vida completamente diferente.
“– Mas, você vai servir ao povo!”.
Ele falava assim:
“– Povo!”
Que eu não entendia o que era aquilo. Salve Deus!
Então, eu passei por todas… vocês sabem uma pessoa, quando passa assim… eu sempre tinha assim que eu tinha passado por uma máquina de moer carne, sabem?
Tudo que eu não gostava eu ia fazer, mas eu tinha muito amor a Jesus, foi Jesus, eu sempre me agarrei a Jesus e tinha medo de fazer as coisas feias, porque eu tenho um amor tão grande a Jesus, sempre tive.
Então, eu fui viver a vida espiritual, somente pra servir aos outros.
Depois vocês sabem, que eu fiquei, que peguei uma pneumonia, fui avisada, dessa pneumonia eu peguei uma tuberculose.
E, vocês devem entender o que é uma tuberculose, cinco anos sem tomar medicamento.
Até esses dias eu tava me lembrando, que eu tomava pro estômago, era a única coisa, esse sal de fruta, é que eu tomava.
E assim mesmo eu levava ele assim, fluidificava da minha maneira, manipulava uma força e tomava.
Às vezes quando eu estava ardendo de febre, tive febre cinco anos, mas assim, sem parar, às vezes meus filhos se revoltavam, Pai Seta Branca dizia:
“– Você quer Fia? Você quer tomar a medicação pra essa tuberculose? Você pode tomar”.
Então eu me lembrava que, para servir as pessoas, eu tinha que conhecer tudo no espaço, pra depois dizer. E, se eu tomasse a medicação eu não podia me transportar.
Então, assim fraquinha, como eu ficava, comecei a pesar quarenta e dois quilos, eu pesava quarenta e dois quilos.
Então, eu fiz todos os sacrifícios que uma pessoa pode fazer, eu fiz, pra poder servir aos outros.
E digo, meus filhos, eu sempre fui uma pessoa que fui bem servida, como eu já disse, nada não me faltava e no entanto eu abracei a vida espiritual, somente pra servir a vocês, somente pra servir!
Jesus arranque meus olhos, o dia que eu… se eu já pensei, ou penso, em servir, em ser servida, nas mínimas coisas, eu sempre quero servir.
3 • Conscientização da missão
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Então, eu quero dizer a vocês, muitas vezes vocês estão passando, eu vejo aqui grandes médiuns, grandes médiuns, grandes aparelhos e estão sofrendo:
“– Tia, eu tô com o coração… Eu tirei um – Como é que chama, Eletrocardiograma? – É, tirei um eletrocardiograma e o médico disse que eu tô muito mal!”.
Eu olho naquela pessoa, não vejo nada, entenderam? O perispírito dele está perfeito!
Alguns elítrios ali no corpo físico, assim mesmo já está desligado, desligado do perispírito, que é uma coisa que os Doutrinadores têm de saber também.
Eu vejo que aquela pessoa vem com aquilo, ou está sofrendo, pra botar a cabecinha… Sabem?
Baixar a cabecinha! Pra se preparar, pra poder saber, pra poder saber curar os outros!
Todo aparelho, quanto maior o aparelho, mais ele sente alguma coisa.
Quando ele tem muita saúde, que a espiritualidade precisa da saúde dele, pra ele poder tratar dos outros, pra fazer uma manipulação perfeita, ele sempre tem, ele é atacado na vida material, na vida sentimental, há sempre alguma coisa, mas ele tem que servir, pra depois… Antes de servir ele tem que se preparar!
Esse negócio de vocês estarem se desesperando, tem um a coisinha qualquer:
“– Ah, Tia, eu tô assim…”.
Se revoltam, uns vem trazer até uniforme:
“– Eu já trabalho aqui há tanto tempo, não recebi nada…”.
Isso é muito comum, eu fico olhando pro rosto dele. Às vezes ele pensa que tá trabalhando pra mim!
Ontem mesmo um rapazinho me entregou o uniforme:
“– Tia, olha, está aqui o uniforme, o nome da minha Princesa, depois eu trago o meu escudo. E eu já trabalho aqui há muito tempo e cada dia a minha vida material tá pior”.
Como quem diz, a senhora não tá nem olhando pra mim…
“– E cada dia piora, parece até que foi pior, depois que eu entrei aqui piorou! Agora que eu tô sem emprego…”.
Eu fico olhando pra ele, sabe? Quer dizer, esse veio pra ser servido! Eu fico olhando pra ele e digo:
“– É, meu filho, é porque você não se adaptou à corrente”.
“– Não, Tia, é porque não vai mesmo, depois que eu entrei aqui piorou mesmo!”.
“– Tá certo, meu filho, deixa aqui comigo”.
“– Eu vou trazer o escudo, depois eu vou mandar trazer o escudo”.
Eu falei:
“– Olha, meu filho, vem cá, não leva seu escudo não, faz assim, você já me deu a fita, eu, pela fita eu te deixo você da corrente, você pega, deixa seu escudo guardado num canto”.
Ele olhou assim pra mim, sabem?
“– Deixa lá guardadinho”.
Aí ele falou:
“– Não, mas eu posso trazer Tia”.
“– Você não tem amor por ele não?”.
Ele falou:
“– Olha, Tia, quer saber de uma coisa, eu tenho amor no escudo, por isso que eu não vou entregar”.
Eu falei:
“– Então você guarda lá, você guarda seu escudo”.
Aí, eu ia dizer assim pra ele:
“– A semana que vem você vai se empregar, você teve aquele concurso e você vai ser chamado, aí você vem!”.
Eu ia falar com ele, ai Calassa tampou minha boca, disse:
“– Não! Aqui é trocadinho, aqui é trocadinho! Deixa ele ir, deixa ele pensar que, aqui, ele não vem pra ser servido! Ele saiu, recebeu o emprego, depois ele volta, vem trabalhar!”.
Compreenderam? Quer dizer que nós viemos aqui pra servir!
Agora, se nós servimos, se nós temos um patrão que servimos a ele, é bacana ter um patrão, não é?
Por pior que seja, sempre é bom ter um patrão, porque ele paga, lhe dá um ordenado. Então você imagine, você está servindo, sabendo que tá servindo a Jesus, ele é seu Patrão!
Você tá sob a vigilância de Pai Seta branca, esse Grande Instrutor, não é? E, se você tem Jesus como seu Patrão, é lógico, quando Ele vê, não é? Eu acho que é o ordenado mais seguro que tem, não é? Salve Deus!
Mas, não pense, você tem suas coisas, é claro, se você tá cheio de elítrios, cheio de cobrador, cheio de perseguidores, você tá bebendo, se encharcando de álcool, é claro que a sua vida se atrasa, é claro que tudo piora!
Você vem para aqui, não é? Porque ninguém vem aqui pra terra pra ser miserável, pra viver pedindo, não!
Nós viemos aqui pra trabalhar, pra ter assim uma conduta honrosa, pra ter tudo, não é?
Se nós estamos numa corrente dessa, nós temos tudo, compreendeu?
E muitas vezes nós tamos com tudo isso ai e ainda estamos sofrendo, imagine se você tirar o pé fora, estão compreendendo? Salve Deus!
O que eu quero dizer a vocês é que nós pagamos, pagamos mesmo o que nós fazemos. Nós temos uma dívida, viemos com uma dívida e nós estamos aqui pra cumprir, pra cumprir e resgatar o que nós deixamos pra trás.
4 • Conscientização da missão
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Meus filhos, nós, vocês sabem que nós viemos de vidas passadas. Eu disse a vocês que são espíritos espartanos, nós viemos de Esparta. A dívida que nós fizemos foi em Esparta.
Esparta foi uma vida de… Foi como se nós viéssemos em uma escola. Ou, nós viemos, eu não sei explicar, mas nós viemos com duas espadas, quando nós reencarnamos, encarnamos em Esparta. A vida de Esparta foi uma luta. Esparta e Atenas. Atenas era o mundo… Era a cultura, Atenas era a filosofia de uma… De uma vasta cultura, como vocês estão vivendo aqui… Estou repetindo o que eles estão falando…
E Esparta. Esparta eram duas espadas, era a brutalidade, era a engenharia de guerra, de… eram espíritos completamente… Eram espíritos, grupos totalmente diferentes. Era uma paixão, nós vivemos essa encarnação de Esparta, assim, numa volúpia, na volúpia de uma paixão, de lutas, de glórias, eram espíritos mesmos valentes, de muita força!
Foram espíritos que se prepararam em Esparta agora pra esse… pra essa época. De forma que essa força que nós adquirimos em Esparta, a manipulação das forças dos Velhos Sábios de Atenas nos conduziu até aqui, até Brasília. Salve Deus!
Nós fomos maravilhosos. Apesar desse julgamento que nós fazemos, que a guerra, que o sangue e isso, mas na realidade não existe! Existem os espíritos que se acrisolaram no ódio, os espíritos que não compreenderam a missão daquele desbravamento, daquela luta de Egito e toda a Macedônia.
Esses espíritos… finalmente, não tiveram oportunidade de outra encarnação, se acrisolaram no ódio e se transformaram no elítrio, que é esse elítrio que eu já expliquei a vocês, é uma “cabeça de macaco”, a impressão que dá, assim como uma esponja, esponja? Assim como uma espuma de nylon, assim, de mais ou menos um centímetro e tem outros que ficam mais finos ainda.
E que, eu já disse, eles se… Eles se colocam no espírito, às vezes antes de reencarnar. Ele vem e espera, já no ventre daquela que vai ser mãe do seu… da sua vítima e que trazem toda essa incompreensão, tudo isso que está acontecendo. Salve Deus!
E, essa preparação nossa, essa preparação nossa é justamente pro ataque desses espíritos, desses elítrios, que estão se manifestando de uma maneira brutal.
Pra poder haver… Pra poder haver a transformação da era, pra poder haver essa evolução para o Terceiro Milênio da Nova Era, é preciso que haja um exército assim como esse nosso pra poder enfrentar, porque só pode haver evolução quando nós tivermos a compreensão da nossa vida aqui nesse planeta.
Então, meus filhos, esses elítrios estão atacando até nos índios. Eles estão vindo, estão assim como… sabendo que é o último momento e os mentores estão jogando mesmo, pra poder… pra poder ver se evolui, se a gente evolui esses obsessores denominados elítrios, estão entendendo?
Então, a guerra, essa guerra, a missão, a maior missão dessa guerra somos nós, esse Espírito Espartano!
Salve Deus!
“– Ela quer ir, ela quer ir Mario?”
Essa mensagem, essa mensagem final é do espírito espartano. Somos nós missionários, somos nós que temos que agir agora, com todo coração, com todo amor, porque nós temos condições. Hoje no espaço, no Canal Vermelho, eu fiquei maravilhada, como eu já disse a vocês e a eficiência que nós estamos de socorrer esses espíritos, de transformar esses espíritos obsessores, esses espíritos que estão acrisolados no ódio, nós temos condições de socorrê-los e transformar em espíritos, ou melhor, em gente!
Salve Deus!
É porque tem alguns que já foram e me olharam com o olho muito triste… Salve Deus!
De forma, meus filhos, que o nosso preparo é pra socorrer esses espíritos, nós temos que socorrer, nós temos que ajudar a evoluir esses espíritos.
Pai Seta Branca, ele… Quando ele estava aqui na terra, muitas vezes ele disse que ele já chorou de pena, que ele pediu a Deus uma oportunidade de formar esta Corrente, pra socorrer esses espíritos.
O dia que nós terminarmos com esses espíritos, não existe enfermidade!
Porque, se um elítrio está, por exemplo, se atacar nos seus rins, você vê que a medicina, ela vai longe, cada dia ela se aperfeiçoa mais, a cirurgia, eles fazem coisas terríveis esses médicos, coisas lindas, que às vezes tem uma tolice nos rins de uma pessoa e eles não conseguem, não é? Muitas vezes acontece isso, porquê?
Porque ali é nosso! Se nós conseguirmos retirar aquele elítrio do rim daquela pessoa, leva pro médico, o médico tem toda condição de operar, de tirar, de fazer, compreendeu?
Agora, quantos nós somos aqui, veja que maravilha que eu vi ontem, todos esses médiuns trabalhando, no Tronos, não precisa ser, não precisa ser exatamente na cura pra tirar um elítrio de uma pessoa, entendeu?
Ele tem que passar, ele passa por ali, pelos Tronos, às vezes joga na Mesa, vai lá pra Cura, essa grande cirurgia do médium do Amanhecer, quer dizer, esse conjunto de Doutrinador e Médium de incorporação… Salve Deus!
É a coisa mais preciosa!
Então, Pai Seta Branca, quando estava aqui, aqui na terra, ele disse que chorou muito, muitas vezes, de ver esses elítrios, esses espíritos arraigados no ódio, assediando as pessoas, destruindo as pessoas. O Pai Seta Branca tem mais… Ele tem mais compaixão do elítrio que está em você do que no seu sofrimento!
Pai Seta Branca sabe e tá me ensinando isso. Chega uma pessoa sofrida:
“– Tia Neiva, eu tô sofrendo demais, me aconteceu isso, eu tô com a coluna aqui, mas o médico disse que é isso, que é aquilo e tal…”.
Aí eu vejo às vezes, aquele espírito que foi… Que foi um Conde, que foi um espírito assim, que foi um homem tão bacana, eu vejo ele naquele ódio, transformado, transformado em uma “cabeça de macaco”, transformado em um elítrio desse tamanhinho, aquele ódio, aquelas mãozinhas assim, agarradas naquilo que ele diz que é corpo, não é? No meio de dois órgãos da pessoa, imprensado, querendo se vingar, querendo destruir.
Às vezes aquele espírito morre, aquele espírito, muitas vezes, isso é que o Pai Seta Branca, ele fica com pena, nós ficamos com pena de ver aquele espírito ali sofrencia, sem ouvir, às vezes tá até me ouvindo, mas não se esclarece.
Chega um Doutrinador, quantas vezes o Pai Seta Branca disse:
“– Fia, chega um Doutrinador, em suas palavras, Salve Deus, faz uma Elevação, o espírito ouve, às vezes vai se transformando, sai do perispírito, não tem condições de sair do corpo, mas já sai, já começa, passa para o corpo físico, aí já é o passo mais feliz e de repente ele vem outra vez e se afasta!”.
Pense você, um homem com cinco elítrios, um homem com cinco elítrios no corpo, num barraquinho desses, sem emprego, com mais seus cinco filhos… Esses espíritos que estão ali, aqueles dez né? Só ouvindo aquele homem espraguejando, só ouvindo as misérias de um mundo que ele criou na mente dele. Que salvação tem esses espíritos?
Então, aquele homem um dia, como disse o Tião, “escorrega” aqui no Vale do Amanhecer… Parece que as pessoas vêm numa tábua assim, escorrega aqui dentro, não é?
Esse homem vem aqui, pega um grupo de Mestres honestos, verdadeiros, retira aqueles elítrios, porque Deus também tem amor daqueles elítrios, pra se libertar também aqueles elítrios, aquele homem sai daqui, a primeira firma que ele pedir emprego ele encontra, porque ele não tem aquela emanação, não é? E a vida começa! É o que vocês estão fazendo, é o que vocês estão fazendo!
Não estou falando eu, porque quando fala eu, parece que eu estou junto sempre no trabalho de vocês, absolutamente. Esse trabalho vocês podem fazer, graças a Deus, não precisa que eu esteja ali. Salve Deus!
É essa maravilha! Se as pessoas entendessem, não precisava dessa agonia de querer falar comigo. Um Doutrinador e um Apará faz um trabalho muito maior do que o que eu faço em conversar com as pessoas. Salve Deus!
Vocês compreenderam? É essa maravilha, nós estamos aqui nos preparando para servir. E cada dia tá ficando melhor.
Meus filhos, principalmente os Doutrinadores, fiquem alerta das comunicações! Não é preciso ficar ali ouvindo a conversa das pessoas, mas, esteja sempre sabendo o que responde o Preto Velho, procure sempre pedir a Deus boas intuições pra saber assimilar a mensagem.
Enfim, se preparem sempre ali nos Tronos, como vocês vem vindo, se preparando e vão nos ajudar, Deus, Jesus, Pai Seta Branca, eles… eles estão mesmos confiados em nós! Pai Seta Branca, vendo essa dor terrível e porquê que a terra não se evolui… Salve Deus!
Ele prometeu a Jesus, ele prometeu a Jesus, Pai Seta Branca prometeu a Jesus que havia de nos unir, de nos ensinar, de esclarecer pra poder a gente sentir muito amor, como nós estamos sentindo, somente pra defender esses elítrios!
Tudo se resume nesses elítrios! Todas as nossas operações aqui dentro, tudo, se resume nesses elítrios! Salve Deus!
5 • Conscientização da missão
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Meus filhos, uma coisa muito importante, nós falamos sobre Pai Seta Branca e poucos, são poucos os que sabem a vida de Pai Seta Branca. Pai Seta Branca foi um… Pai Seta Branca foi um espírito sempre Missionário.
Quando foi depois, depois da partida dos Jaguares na terra, no Lago Titicaca, onde os Jaguares mais atuaram, depois da partida deles pra Capela, porque os Jaguares viveram, terminaram a missão, quando… quando… Salve Deus!
Então, eles voltaram e o Pai Seta Branca voltou, mas sempre como um Missionário, sempre o Pai Seta Branca foi um espírito evoluído. Ele sempre teve missão, ele sempre teve missão na volta dos Jaguares. Sempre, onde nós estamos, o Pai Seta Branca sempre é o Patrono, é o nosso Patrono, é o nosso Cacique.
Depois dessas encarnações de Esparta, da Grécia, do Egito, de Roma, nós tivemos algumas encarnações na França e em outros, em outros países também, muitos tivemos. Mas encarnações que, daí alguns anos, quando nós começávamos a entender, depois de alguns anos, ia… vinha se juntar ao grupo onde o Pai Seta Branca mais atuava.
Como agora, muitos estrangeiros, outros que nasceram em outros países estão vindo pra cá, estão se unindo, não vão ficar sozinhos e nunca ficou. Sempre tá se unindo ao grupo pra se fazer alguma coisa.
Então, depois de todas essas encarnações, vivemos muito como Ciganos. E nos afirmamos muito como ciganos, esse grupo cigano. Até no grupo de Esparta fala; qual grupo, de Esparta ou grupo Cigano?
Então o Pai Seta Branca veio como Cacique de uma tribo, de uma tribo na Bolívia, na Bolívia. E todos nós, nessa época, vivemos nessa tribo. Ele veio com a missão, outra vez um espírito espartano, de civilizar, de civilizar a Bolívia e a tribo, dos Incas, né?
Então, a missão maior Dele foi… ia ser intensa… Salve Deus!
Mas, a missão de pai Seta Branca foi nos ensinar o poder das forças mediúnicas, na força de Deus! Ele veio justamente quando os espanhóis, os espanhóis vieram tomar, vieram tomar… Vieram tomar a capital de… os Incas… Salve Deus! - “Ele tá deixando muito pra mim falar, tá difícil.”
Então e quando foi nos dias que os espanhóis iam tomar, iam invadir os Incas, eu sei que o Chefe Inca mandou, foi lá pedir ao Pai Seta Branca, foi pedir a Pai Seta Branca a força dos soldados, o Pai, os guerreiros e o Pai Seta Branca foi.
Todo mundo se admirou, porque o Pai Seta Branca, ele sofreu um acidente, uma cobra mordeu o pé dele e o Pajé, o Pajé da tribo curou, mas eles receberam de Deus. Eles, Deus não quis que o Pai Seta Branca, ele também, não sei qual era a missão dele… que o pé dele continuasse a doer. Ele, onde ele estava ele sentia dor, porque ele dizia – “bendita dor” –, que estava evoluindo, de um resto de carma de alguma coisa que ele… que ele havia sido.
Então, naquela encarnação, de formas que, quando ele foi com o exército, oitocentos índios e todos armados de arcos e na hora de sair, um índio deu a ele uma Seta, uma Flecha de Marfim, então, batizaram ele como Cacique Guerreiro Seta Branca, porque a Seta dele era diferente dos outros.
E ele ficou muito feliz com esse… Com esse presente e mandou fazer… mandou fazer, ele fala – “paredon” –, mandou fazer uma… cercar, certo lugar por onde os espanhóis iam entrar na cidade.
E quando eles vieram, o Pai Seta Branca disse aos índios que não atirassem, somente quando ele mandasse.
E os espanhóis vieram mesmo, armados, naquela carreira louca, já gritando “guerra” lá e o Pai Seta Branca levantou a Seta e, naquela… essa mesma… essa cerimônia que vocês fazem assim com a espada.
Pai Seta Branca fez com a Seta e disse a Deus, – “Tupã” –, que – “Inti, chamava Dios Inti” – que, aquela Seta jamais seria maculada, que jamais seria maculada e que o sangue do seu irmão não seria derramado enquanto ele vivesse ali junto aos Incas.
E os espanhóis vieram e os índios se concentraram na Seta, porque você vê a técnica deles, né? Tudo tem que ter alguma coisa… ele levantou a Seta e gritou.
E os índios podiam se acovardar, se tivesse olhando o inimigo chegando, não é? Mas todos eles se viraram pra Seta, esperando que ele jogasse, fizesse alguma coisa. Mas ele a tirou, levantou a Seta pro céu e, naquela concentração, as forças vieram do céu e muitos dos espanhóis, inclusive “Tião” que tava na frente comandando, teve um susto muito grande que o cavalo dele caiu, se ajoelhou de frente àquele exército selvagem.
E “Tião” não teve forças pra voltar. Disse que viu-se tão infeliz que quis ser índio… e se escondeu lá pra uma casa, de vergonha, ficou escondido por lá.
E o… e todo aqueles espanhóis recuaram. E durante o tempo que o Pai Seta Branca viveu, ninguém mexeu mais com os Incas. Depois é que vieram, voltaram e tomaram, mas, a primeira vez, até na história tem, os incas recuaram a primeira vez… os espanhóis recuaram a primeira vez, mas, essa concentração… Salve Deus!
Então, quando terminou, o Rei inca, de uma força enorme, veio com uma porção de ouro, pedras preciosas e jogou nos pés do Cacique, do Pai Seta Branca, então, ele mandou tirar depressa dali, que não repartisse aquilo com os soldados dele, com os índios, porque… porque aquilo queimava!
Ele queria era que os Incas matassem vitelas e foi feito um grande jantar, a noite inteira dançaram, rindo, foram buscar o resto da tribo e eles fizeram uma festa muito grande junto com os Incas.
Então o Pai Seta Branca, ele disse até num poema dele que tem ai, que a coisa maravilhosa do Missionário é quando ele vê que uma pessoa que ia morrer, porque ia matar, em vez de um assassino ou uma vítima, estava ali amando, com a família, da maneira que ele cultivava a tantos anos.
Então, a história de Pai Seta Branca é a passagem mais bonita, é… Salve Deus!
Salve Deus!
Então, o Pai Seta Branca sempre tá nos contando coisas. O Pai Seta Branca nos conta que ele recebia as ordens do Céu pelos aparelhos dos Mundos Etéricos e também de Capela, do sol, discos, que nó chamamos de discos voadores, estufas, chalanas, que baixavam nas tribos.
Essa madrugada eu fiquei muito feliz, por esta… desse buquê maravilhoso que vocês me deram e que eu tive a oportunidade, por esse amor de vocês, nosso, receber essa energia lá em cima… não posso falar que eu choro, então, eu fiquei vendo e muitas outras coisas que partiram, por exemplo, as comunicações ainda estão descendo diretas sobre os índios.
Você não vê essa chamada de Caboclo, Pena Branca, muito Pena Branca, aquela falange enorme?
Todo mundo chega, vai trabalhar é Pena Branca. Desencarna um índio, ele… de repente ele já tá trabalhando num desses terreiros, num Templo, ou seja, lá onde for. Tá protegendo, tá ajudando o índios, é porque eles, os índios, eles recebem diariamente, é possível, é muito possível a materialização de um disco, de uma… de uma falange, de um grupo, de… de pessoas esclarecidas, ou totalmente ignorantes, estão compreendendo? Salve Deus!
Eu vou explicar uma coisa pra vocês.
Tem um grupinho de índios, tem um grupo, um grupo não, uma tribo no Xingu… Xingu?… – “rio das mortes, rio das velhas… por ali” – tem uma falange de índios que eles comunicam aqui, eles saem de lá e se comunicam, esses dias, estava atuando numa médium e ela caiu desmaiada, e caiu desmaiada e eu me preocupei, porque é perigoso que a gente dá choque no aparelho, com um espírito do encarnado, eu peguei e levei lá pra cura…