ÁUDIO - HISTÓRIA DA VOZINHA DO ESPAÇO
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HISTÓRIA DA VOZINHA DO ESPAÇO - FAIXA 1
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Salve Deus, Pajezinho!
Salve Deus, Tistrude! Salve Deus, Tio Carlinhos!
Salve Deus!
Pequeno Pajé! Salve Deus!
Eu acredito que vocês já sabem, já conhecem a linda história da Vozinha, a Vozinha do Espaço, essa protetora que vem olhando por toda criança do mundo e principalmente pelo Pajezinho. A Vozinha, a Vozinha do Espaço é um espírito abnegado que vive protegendo todas as crianças.
Ela começou a se ligar, a ter amor às crianças e proteger, quando ela viu uma porção de criança abandonada, abandonada pelos pais, pelos traficantes, pelos traficantes de escravos, que entravam nas casas, roubavam os pais de família, a mãe, o pai, e deixava a criança sozinha, abandonada, porque era muito novinha e não sabia fazer nada, então eles levava só os pais e aqueles, os irmãos maiores. Ficava abandonado aquelas criancinhas de berço, às vezes pelo chão, sofrendo, era um absurdo, então a Vozinha, que conhecia aquelas famílias que gostavam dela, ela conhecia e todo dia de manhã cedo, ela percorria aquelas casas e encontrava as crianças abandonadas, então fez uma mansão muito grande, fez uma mansão muito grande e começou a colocar aquelas crianças lá dentro, e ajudando, criando, com todo carinho, com todo amor. Essas criancinhas iam crescendo e ajudando, fazendo hortas, fazendo, fazendo uma porção de coisas pra trabalharem, pra se ajudar. Então, mas… todo Anjo Bom tem a perseguição dos invejosos, das pessoas que não têm coração, as pessoas que não tem amor começam a invejar das coisas que os outros fazem.
Então Dona Faustina, ela era muito frustrada porque ninguém gostava dela. Ela tinha uma mansão também muito grande, numa ilha, e ninguém visitava ela, ninguém gostava dela. Aí ela começou a visitar a mansão da Vozinha. E começou a ver aquelas crianças trabalhando com amor e aqueles bolos gostosos que a Vozinha fazia, tanta coisa boa, aqueles manjares, e ela ficou invejando. Então perguntou: “– Como é que consegue essas crianças?”
Aí a Vozinha disse, a Vozinha Marilú disse assim: “– Eu consigo essas crianças abandonadas, os pais tão no Brasil, os pais tão em outros lugares, e eu estou aqui cuidando delas, e eu peguei, os traficantes levaram seus pais, e eu estou aqui, fui lá, peguei e tô aqui cuidando. Eles têm tanto amor que até já esqueceram das suas dores”.
Faustina disse: “– Ah, é assim! Então eu também vou fazer”.
Quando a Vozinha, aí os traficantes entravam dentro da cidade, todo mundo corria de medo dele.
HISTÓRIA DA VOZINHA DO ESPAÇO - FAIXA 2
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Aquele Navio Negreiro, aqueles navios grandes que carregava aquelas pessoas pra vender, pra ser escravo aqui no Brasil. Então, isso era na Índia, na África, então eles foram lá.
Aí ela ia bem cedo, mais cedo do que a Vozinha, eles iam acabando de sair, ela ficava ali escondida. Quando os escravos, quando os traficantes saiam levando os pais dos menino, ela entrava dentro das casas e roubava os pequenininhos indefesos, levava, e colocou na Mansão dela muito menino. E a Vozinha começou a se preocupar, chegava naquelas casas, duma família numerosa, dizia: “– Mas aqui tinha tanta gente, cadê aquelas criancinhas pequenininhas, será que eles levaram?” Então a Vozinha ficou, ficou preocupada com aquilo. Então, disse assim: “– Ah, eu vou saber porque que eu não encontro essas criancinhas.”
E saiu bem devagarzinho, muito cedo, e ficou escondida. Aí ela viu quando Faustina veio e foi pegando aquelas crianças e carregando pra mansão dela. Vozinha ficou muito triste com aquilo, porque sabia que aquelas crianças iam sofrer muito. Então começou a grande, a guerra, a grande batalha de Vozinha e seus menininhos, seus Pajezinhos.
Aí, o quê que a Vozinha fez, então ia mais cedo, e Faustina começou a ter raiva e judiar as crianças. Botava as crianças pra trabalhar forçado, em vez de dar o mingau deles, em vez de dar o bolinho que Vozinha dava, batia nas crianças, e as crianças xingavam, falavam palavrão. E Vozinha não podia nem defender, porque aqueles meninos falavam nome feio. Menino que fala nome feio não tem proteção de Deus, eles ficam jogados lá às coisas que só Deus sabe.
Então, Faustina cada dia ia engrandecendo seu reino, porque os meninos xingavamnome feio. E os meninos da Vozinha sabiam rezar, e sabiam se amar uns aos outros.
Aí um dia a Vozinha foi saindo, tinha muita criança, e Faustina ainda tinha mais criança ainda. Aí a Vozinha foi andando assim, e viu uma criancinha chorando, uma menininha chorando, falou: “– O quê que você tem menininha?”
Ela falou: “– Ah, eu tô chorando porque o meu irmãozinho, eu tive notícia do meu irmãozinho, ele tá lá na Mansão de Dona Faustina.”
Aí, disse: “– Ah, vamos buscar, nós vamos lá. Vai lá, vamos arrancar esse irmãozinho seu de lá.”
Aí as criancinhas, os mais velhos, os mais fortes, falou: “– Ah, vamos lá buscar seus irmãozinhos.”
Ela tinha dois irmãozinhos na Mansão de Faustina, que ela, que Faustina tinha levado.
Aí foram lá. Ah, foi uma guerra horrorosa! Os menininhos, em vez de chegar perto dos menininhos da Vozinha e conversar, não, eles jogavam pedra, xingaram nome feio, e ninguém foi capaz de ver essas crianças. Aí, vieram muito triste pra cá. E Faustina foi pra bater nos menininhos da Vó, mas eles falaram: Salve Deus!
Ela ficou com medo e voltou. Voltou e os menino pegaram o barquinho dele e foram remando até chegar na mansão da Vozinha Marilú.
Foi uma guerra muito grande, foi um absurdo essa guerra, ninguém conseguiu nada.
Então, a Vozinha disse: “– Ah, já sei. Vou preparar vocês aqui, vou dar uma educação espiritual e vocês vão lá pra pegar seus irmãozinhos.”
Salve Deus! Aí a Vozinha foi preparar essas crianças bem preparadinhas, e falou: “– Agora nós vamos lá tomar esses meninos.”
E quando começava a cuidar, um menininho, um menininho começava a ficar nervoso, e a menininha a chorar, e a Vozinha conseguia pouco com aqueles menininhos.
Então, eles tavam na praia, tinha uma campina muito bonita, uma gramazinha, e os meninos tavam todos lá, Vozinha contando história, quando apareceu uma Fadinha, apareceu uma menina
HISTÓRIA DA VOZINHA DO ESPAÇO - FAIXA 3
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e que todo mundo conhecia. Essa menina tinha morrido pelos traficantes, os traficantes, os que vendia gente, fazia escravo, eles mataram uma menininha, e essa menininha, essa menininha deixou o corpo e foi conversar com a Vozinha, disse: “– Olha, Vozinha…”
Todo mundo vindo, ela vinha conversar com todo mundo, disse:
“– Olha…”
Ela vinha lá do Céu essa menininha, disse: “– Olha, tenha cuidado, porque Faustina está muito malvada, e tá judiando até meu irmãozinho que está lá também. É preciso que haja muita harmonia, todo mundo se entenda, seja obediente, que vamos conseguir arrancar aqueles menininhos sofridos de lá. Tem menininho que tá passando fome, já tem três dias que não come.”
Aí a Vozinha começou a chorar de pena dos menininhos. Ela falou: “– Olha, eu vou trazer pra vocês um Carneirinho, um Carneirinho muito alvinho, e tudo que vocês quiserem, vocês montam nesse Carneirinho e vão. Mas olha, tem que ser um menininho bom, que tenha bons pensamentos, não tenha raiva nem da Faustina”.
Aí a Menininha desapareceu, voltou pro Céu. Voltou pro Céu e apareceu outra, apareceu uma outra menininha que também veio do Céu. Disse: “– Olha, eu vivi lá com Faustina, morri de fome, de frio, e estou aqui, eu me chamo Esmeralda. Eu morri, eu morri de fome e de sede, e de frio. Faustina não me dava comida, não me dava água e não me cobria, eu morri de frio na beira do mar. E eu vim aqui pedir a vocês pra ter o coração manso, pra ter muito amor e ter muita fé em Deus e em JESUS e a gente ir lá tirar, libertar aquelas crianças”.
Aí, nisso a Vozinha começou trabalhar mais. Aquelas criancinhas às vezes vinha com costume ruim das casas dele, dizia palavrão, quando dizia aqueles palavrões, aí pronto, atrasava tudo. E lá na Mansão de Faustina, os meninos apanhava mais, o menino apanhava mais. Faustina ficava mais alegre e batia neles. Então, Vozinha resolveu então, falou: “- Ah, o único recurso é castigar esses menininhos. Vou castigar eles agora”.
A Vozinha falou, aí pegou o menininho, sentou numa cadeira e disse: “– Olha, você que tá ensinando mal aos outros, vai tomar umas palmadas, todo mundo vai passar aqui e vai lhe dar uma palmada”.
Aí o menininho ficou com medo, ficou ali quietinho, chorando, a menininha apareceu outra vez lá do Céu, Esmeralda, aí chegou lá e disse: “– Olha, você, você não vai xingar mais, assim você não vai apanhar.”
O menininho ficou convencido e nunca mais ele disse aqueles nome feio. E a menininha voltou pro Céu outra vez.
Então se prepararam todos, todo mundo se preparou, aí um pegava um pedacinho de pau, outro pegava não sei o quê, e se apresentaram à Vozinha, falou: “– Olha, eu tenho esse arco e essa flecha, vou dar uma flechada na Faustina”.
Outro falou: “– Eu tenho essa espingardinha e vou dar um tiro nela”.
Outro chegou e: “– Eu tenho esse estilingue, vou dar uma estilingada nela”.
Todo mundo tava armado pra ir acabar com Faustina, e matar Faustina e trazer os menininhos. Aí foram tudo onde tava a Vozinha.
“– Pronto Vozinha, tamos tudo pronto, agora vamos lá!”
HISTÓRIA DA VOZINHA DO ESPAÇO - FAIXA 4
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Aí a Vozinha começou a chorar e disse: “– Não, meus filhos, com violência a gente não consegue nada. Se a gente matar Faustina, se tiver alguma violência, então não adianta, não adianta porque aquelas crianças vão gerar a violência, eles nunca vão acreditar em nós, nós temos que mostrar a força de Deus!”
Nisso a menininha veio lá do Céu, ela chegou e falou: “– Salve Deus!”
Todo mundo respondeu, e todo mundo largou suas armazinha. Ah, mas um tanto de estilingue que ficou no chão, um tanto de espingardinha, pau, dessa altura, parecia até que ia fazer uma fogueira, ninguém quis mais nada. Aí a menininha chegou e disse: “– É, a Vozinha Marilú tem razão, violência gera violência. Nós só podemos conseguir alguma coisa com essas crianças se nós chegarmos lá com amor, dizer: Olha, nós só viemos buscar vocês e vocês nos acompanha, porque nós somos amor. E deixa a Faustina gritar. Todo mundo que tá sofrendo, ele não quer mais violência, violência ele já vive nela. Então vamos, todo mundo, e chegamos lá cada um convence uma criancinha daquela”.
Aí eles entraram num barquinho, numa porção de barquinho, e a menininha na frente, a menininha do Céu, ela ia na frente igual um passarinho. Quando chegou lá a menininha, a menininha, ela foi e tocou uma cornetinha, todo menino chegou, aqueles meninos rasgado, outros ainda com sangue na boca, apanhados, outro com a boca toda queimada de mingau quente, aí aquela porção de meninos. Aí chegaram, aí os menininho começaram a saltar dos barquinhos, aqueles barquinhos, aqueles barquinho, aí disse: “– Olha...”
Os menininhos tavam com fome, aqueles menininhos magro que você contava as costelinha dele, e trabalhando, aquelas horta bonita, e os menininhos morrendinho. Aí falou... Aí os meninos disseram: “– Viemos buscar vocês!”
Todos de uma só vez: “– Viemos buscar vocês! Vou levar vocês pra Mansão de Vozinha Marilú. Vamos, vamos!”
Aí todo mundo: “– Lá tem mingau, lá tem comida, lá tem tudo pra vocês!”
Aí os menininhos ficaram muito alegre, e aqueles que nem podia falar, saiu arrastando as perninhas pra poder, quando eles foram se reunindo, Faustina veio de lá com o chicote: “– Todo mundo pra casa! Vamos todo mundo pra casa porque eu vou, eu fiz muito mingau pra vocês, e tá docinho, docinho, vamos sair daqui, deixa esses meninos”.
Aí os menino ficaram assim parado, mas os meninos da Vozinha, em vez de ter com muito amor, continuar com aquela fé em JESUS e na menininha do Céu, eles foram, eles foram e ficaram assim, começaram a vibrar com ódio de Faustina, e foram com ódio em cima dela, aí pronto, acabou a força. Acabou aquela força em JESUS que eles tinham e pronto.
Aí todo mundo ficou só com ódio, e os menininhos já ficaram com medo de mais ódio, mais raiva, mais briga, que saíram correndo por aquele mato e desapareceram. Aí a menininha do Céu falou assim: “– Volta, volta – os netinhos de Vó Marilú – Voltam pros seus barquinhos porque acabou aqui. A raiva, o ódio que vocês tiveram no coração apagou todo o amor, tudo que nós podíamos conseguir de Dona Faustina e de suas vítimas”.
Aí eles voltaram e foram embora. Muito triste, quando chegou lá a Vozinha tava chorando, sentada, falou: “– É, meus filhos, tantos anos ensinando a vocês o amor, tantos anos ensinando a vocês que a violência só atrai a violência, ela só produz, só produz a dor, a incompreensão. Como vocês queriam, se vocês se lançaram tão pior que a Dona Faustina? Porque vocês foram tão mal como ela, tiveram ódio, pensaram mal, quiseram bater, matar, e o exemplo não é esse! Vocês só consegue trazer seus irmãozinhos pra cá se vocês tiverem muito amor no coração. E olha,
HISTÓRIA DA VOZINHA DO ESPAÇO - FAIXA 5
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precisa aprender depressa, precisa aprender depressa porque seus irmãozinhos tão morrendo, eles tão perecendo, cada dia tá morrendo mais um pouco! Vamos estudar, vamos estudar muito, porque senão não adianta nada!”
Aí eles ficaram muito triste, arrependidos de ter perdido tanta coisa, aquela menininha do Céu veio com tanto amor, com tanta confiança, pensando que os meninos podiam se segurar, ter amor no coração, mas aí, quê que aconteceu, foi tudo de água abaixo. Então Vozinha disse: “– Vamos, vamos aprender bastante pra ensinar, pra libertar aquelas crianças. Nós só libertamos corações amargurados, nós só levamos a cura, a compreensão quando temos amor no coração. O menino que tem ódio a seus pais, o menino que não respeita seus pais, que não tem amor, ele não consegue nada! Ninguém, ninguém, ninguém consegue nada se não tiver amor no coração!”
Quando a pessoa gera o ódio, ele transmite o ódio pra todo mundo. E ele, as pessoas se liberta do ódio dele, mas ele não se liberta da vibração das pessoas, ele não se liberta das pessoas.
O homem quando tem ódio no coração, ele vive com os ombros arqueados, sofrido…
Quando o homem tem a libertação do esclarecimento, quando o homem sabe que JESUS tá tão pertinho de nós, nos amando, eles tendo fé em Deus, eles ficam muito bacana, eles são verdadeiros Sábios Libertadores!
E assim, meu pequeno Pajezinho, vamos estudar pra ser Sábios Libertadores! Nós, quando, só somos sábios, só somos... Só libertamos os Espíritos sofridos, apanhados, quando temos muito amor no coração. Ódio, incompreensão, todo mundo tem, todo mundo tem, o mundo tá cheio de malzinho! Mas o menino bom, aplicado, que estuda sua lição, que ama seu pai, sua mãe e os seus dirigentes, as pessoas que lhe dão o pão de cada dia, que lhe dão o esclarecimento, esse menininho é um menino feliz, é um Libertador.
Você menininho Pajé, muitas vezes tá na rua, ou tá na escola, alguém lhe pisa o pé, você já levanta o ódio, bate no rosto dele e ele fica lhe odiando pro resto da vida... Às vezes uma coincidência, uma coisa que acontece na vida, a gente transforma numa dor, a gente transforma em verdadeiro desespero.
Meu Pajezinho, vamos pensar, vamos se esclarecer que o homem só pode se considerar um Doutrinador, um Libertador de Espíritos aprisionados, Espíritos tristes, quando ele tem esclarecimento no coração, quando ele tem amor! Ele é o Sábio, é o homem que transporta, o homem que transporta as dimensões, é o homem que transporta e vai se transportar nesta Nova Era! Vamos, vamos pensar muito na Vida Espiritual meus filhos! A Vida Espiritual não é de morrer não, morrer é pra lá! A Vida Espiritual é ter no coração um Sol Interior, é pensar o bem e transformar muitas coisas boas na sua mão.
Se um Pajezinho pensar nas coisas boas, ele tem sempre o mel, ele tem sempre o mel, ele tem sempre o amor, a compreensão das pessoas. Uma criancinha pode ser feinha, pode estar até sujinha, descalça, você fala:
“– Salve Deus! Onde é que você mora meu filho?”
“– Ah, eu moro… Eu não tenho nem onde morar, meu pai morreu, minha mãe morreu…”
Então ele é um menino triste, ele emana o amor, todo mundo gosta dele, mas:
HISTÓRIA DA VOZINHA DO ESPAÇO - FAIXA 6
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“– Onde é que você mora menino?”
“– Ah, não é da sua conta! Eu moro no inferno!”
Como eu ouvi um menino dizer pra mim. Eu nem quero ver essa criança.
“– Leva essa criança daqui!”
Eu falei pra Gertrudes.
“– Esse menino é malzinho, vai ensinar esse menino, pra depois ele me aparecer”. É, meus filhos, vamos pensar bem na nossa vida. E agora meu Pajezinho, vocês sabem rezar a Prece de Simiromba? Vamos rezar. Vamos rezar a Prece de Simiromba. Porque vocês sabem o Pai Nosso, não é? Vamos, levante os bracinhos.
Oh Simiromba do Grande Oriente de Oxalá!
No Mundo Encantado dos Himalaias!
Faze a minha preparação, ilumina o meu Espírito
Para que eu possa partir sem receios,
No avanço final de uma Nova Era.
Faze em mim a verdadeira força do Jaguar.
Oh Simiromba dos Mundos Encantados!
Em breve estarei sobre o leito, e JESUS, o Sol da Vida,
Transmitirá por mim os Mantras Poderosos,
Para a libertação dos Vales Negros da Incompreensão.
Oh Senhor! Partirei contigo, nada temerei!
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito!
Salve Deus!
Vamos meu Pajezinho, vamos rezar a Prece de Simiromba, o nosso Pai Seta Branca.
Todos juntos, vamos, vamos todos juntos.
Oh Simiromba do Grande Oriente de Oxalá!
No Mundo Encantado dos Himalaias!
Faze a minha preparação, ilumina o meu Espírito
Para que eu possa partir sem receios,
No avanço final de uma Nova Era.
Faze em mim a verdadeira força do Jaguar.
Oh Simiromba dos Mundos Encantados!
Em breve estarei sobre o leito, e JESUS, o Sol da Vida,
Transmitirá por mim os Mantras Poderosos,
Para a libertação dos Vales Negros da Incompreensão.
Oh Senhor! Partirei contigo, nada temerei!
Salve Deus meu Pajezinho! Salve Deus!
Então, seguindo a nossa história, a vida de Dona Faustina e a vida de nossa Vozinha Marilú. As duas mansões: a Mansão de Faustina, a Mansão da Vozinha Marilú.
Nós vamos agora mentalizar, e junto, juntos, onde vocês tiverem, toda essa semana, reflitam bem sobre a guerra, a nova guerra que vamos ouvir domingo, da Vozinha e dos meninos de Faustina.
Vamos ver se agora, desta vez, eles já vão vencer. Neste domingo que vem nós vamos ver se os netinhos de Vó Marilú, os Pajezinhos, já tem compreensão de vencer a guerra com Dona Faustina.
Salve Deus meu Pajezinho! Boa sorte a vocês e seus dirigentes, a Tistude, Tio Carlinho, Tia Marísia, Tia Noemi, todos que se encontram nesta maravilhosa organização.
Salve Deus meu Pajezinho, boa sorte. Uma semana feliz ao lado dos seus pais, compreensão, ame muito seus pais, os seus criadores, os seus professores, pra vencer essa guerra de Dona Faustina.
Salve Deus! Nós temos que libertar essas crianças.
Salve Deus!