ÁUDIO - REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ
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REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ - FAIXA 01
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Salve Deus!
Graças a Deus, meus filhos! É uma, é o primeiro nosso, com o nosso Adjunto do Povo de Yucatã. Nós vamos, com a graça de Deus, com os poderes de Pai Seta Branca, hoje, realizar a coisa que eu sempre quis, porque é a vontade de Pai Seta Branca.
Primeiro, sair de dentro de uma cidade, porque nós, na nossa Força Absoluta Evangélica, nós não… não temos mesmo condições de trabalhar dentro de uma cidade, não é? No início desta Corrente eu fui pra cima de uma serra, como vocês sabem, sem costume de roça, de nada, e fui pra lá e… lá eu firmei a vida de vocês, a vida Evangélica até cinco anos, estamos aqui agora. Nós podíamos pegar um pedaço de chão ali no asfalto, os terrenos da UESB, o terreno da UESB voltou pra mim, quer dizer que, tudo bem… mas, nós temos que juntar o útil e o agradável.
Não há distância pro Povo de Pai Seta Branca. Então eu chamei vocês aqui, porque Anápolis já tá com três anos de registro, não tá Mário? E as autoridades, as autoridades nunca nos deram… condições de arrumar um terreno, qualquer coisa, não é? Por outro lado, eu acho que é a vontade de Pai Seta Branca, porque toda terra, todo lugar que eu fiz eu paguei o lugar, o chão, estão entendendo? Eu paguei do meu bolso o chão.
Ali é impossível a gente comprar, a gente pagar. Então nós vamos fazer o seguinte: Chamei vocês pra aqui pra gente ficar no meio do caminho, quatro pra lá e quatro pra cá, porque o tempo que eu morava em Anápolis era quatro, eram oito léguas, né?
Meu tempo de motorista, a gente marcava era por légua. Não, mas não se falava em quilômetro, sabem? Era por légua. Tá bom. Fica quatro léguas pra lá, quatro pra cá.
Pegar uma chácara, se nós pegarmos uma chácara, perto do asfalto é claro, por causa de condução, não é? A gente formar o nosso Povo ali, todo mês eu marco um dia de dar consulta, não é? Vou pra lá, passo o dia, a gente passa o domingo junto pra consulta, pra poder ir reunindo o Povo de Pai Seta Branca. Dentro da cidade não tem jeito pra mim. Dentro da cidade não há condições mesmo pra mim. Imaginem se eu for pra Anápolis, pra consultar em Anápolis, acaba aquele… Aquela coisa ali é caso de… entenderam? Porque todo mundo vai! Porque graças a Deus, esse trabalho de vinte anos, eu sou a mesma pessoa! Tudo que já falei, aconteceu, tudo certo, entenderam? E eu vivi ali. E o Povo de Anápolis, Goiânia, São Paulo, não tinha distância, pra me ver na UESB. Oh, se vocês concordam, não precisa de outro Adjunto, é o Mestre Yucatã e agora eu quero fazer um pedido a vocês também. Pra melhor, pra nossa melhor união, eu quero que o Mestre de Anápolis e de Goiânia, ele passe pro Adjunto de Yucatã, não é? Eu quero que todos sejam do Adjunto de Yucatã, estão entendendo? Não é? Porque assim é difícil, não é? Fica no Adjunto de Yucatã e no meu… Oh, no do Nestor, o de Nestor é melhor… Nos dois Adjuntos.
(Trino Tumuchy – Mestre Mario Sassi):
– Neiva, o caminho lá, segundo os Médiuns aí, chama-se “Goianápolis”… É Goiânia e Anápolis! E município de “Goianápolis”.
(Tia Neiva):
É verdade, Salve Deus!
(Mestre que assistia a palestra):
– Santa Teresa que é mais próximo do asfalto…
REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ - FAIXA 02
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(Tia Neiva):
Santa Teresa e mais fácil, e já teve um pedacinho por lá… Santa Teresa e mais fácil, sabem?
(Trino Ajarã – Mestre Gilberto Zelaya):
– Pois é, Santa Teresa é município de “Goianápolis”, não é?
(Tia Neiva):
Quer dizer que vai ter “Teresa do Amanhecer”? (risos) Mas se for, nós vamos botar Yucatã do Amanhecer, tá? Salve Deus!
E outra coisa, a formação do Templo. Eu vou dizer a vocês logo, eu, eu uso a filosofia de Pai Seta Branca. Vocês sabem disso, a ponto de chegar, a ponto que cheguei, e tal, e tal. Pai Seta Branca ouvia uma voz dizer pra ele:
– Francisco, faz… – Ele está aqui! – Faz uma Igreja, forma uma Igreja! Entenderam? Ele aí, ele disse… Foi em frente, né? Se arrebentava de pedra…
Quando tudo tava pronto, Ele bateu a cabeça assim na pedra, se machucou, já sem graça com aquela Igreja, porque ele tinha que ir embora, entenderam? Porque as obrigações dele estavam mais na frente, falou… né? Ele não queixava, então ele ouviu a voz dizer outra vez:
– Francisco, eu não te mandei fazer Igreja! Forme uma Igrejas é nos corações das pessoas!
Ele todo arrebentado, sabem? De consertar Igrejas. Então, Ele podia ter naquele tempo, ter pedido aos Frades pra consertar Igrejas, fazer Igrejas pra ele, formar, não sei. Mas, Ele preferiu que fosse Ele mesmo. Então, nós vamos fazer nós mesmos, entenderam?
Se você chegar aqui alegre porque alguém deu alguma coisa, pode esperar minha decepção! Não digo não, tá certo. Mas eu fico decepcionada com vocês, entendendo? Porque eu sou sozinha, né? Eu tenho uma responsabilidade, mas na Individualidade eu sou só. E claro que todos vocês me ajudam, mas eu sou a “testa de ferro”. Na hora de… as coisas quando estão muito boas:
– Oh Povo abençoado o Povo do Amanhecer…não é? A hora que tem qualquer “enguiço”:
– Tia Neiva tá na Polícia! Tia Neiva tá não sei aonde! Tia Neiva matou isso, fez aquilo… entenderam?
Tudo isso tá sendo levado em consideração, como eu levo, mas, foi Tia Neiva mesmo. Você tá em Anápolis ou você está em Goiânia, você põe seu Uniforme e vai trabalhar no Templo. Você não tem satisfação a dar, a não ser para o seu Adjunto! Tá certo? Porque aquele Templo quem fez foram… é a continuação de sua Mãe Clarividente, o chão, as pedras, as coisas, estão entendendo? Então, nós vamos partir de um princípio muito seguro, muito certo. Você olha pra cima, porque não é… eu quero pedir a vocês que não fiquem com esse ar compungido quando eu falar que vou me embora, porque nós temos que preparar, passaporte, mala, muita coisa… entenderam?
Mas um dia eu saio daqui, mas saio pra deixar pronto! Pra sair e deixar vocês sem uma ideia formada, um princípio do que eu sou, eu não sou nada, eu só fiz… desorientar um pouco, que o Espiritismo Iniciático, o Médium que não se conscientiza do que ele é, do que ele precisa, é um futuro umbandista, porque outra filosofia não serve pra ele, não é? Porque nós deixamos a estrada velha, nós deixamos tudo que foi da estrada velha, nós estamos seguindo as coisas que nós estamos formando, você bota uma pedrinha no lugar, você finca uma Cruz aqui, você olha pra trás e você não vê aquela Cruz formada em lugar nenhum, entenderam? Essas nossas roupas, a roupa de Jaguar, é do Espirito à Caminho. O Jaguar usava esses coletes de peles, entenderam? Enfrentavam as intempéries aqui dos climas, de tudo aqui desse Planeta. Era essa roupa que nós estamos aqui, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo!
Essa roupa dourada, essa roupa diferente, essa capa, já é dos Cavaleiros de Oxossi, como diz, já passou o Plano, o Terceiro Sétimo. E aqui na terra é um impacto, todo mundo sente um impacto. Se nós estivéssemos, com a roupinha de passear ou de ir trabalhar, fazendo aquela, aquele ritual, era feio, né? Não era feio? Parecia uma porção de… não tinha uma finalidade, parece que… mas a roupa, todo mundo chega e sente um impacto, e impacto é bom. Essa que é a nossa… Essa roupa cheia de… Essa diferença nossa.
Quer dizer, você olha pra trás e você não vê nem uma Ninfa lá na estrada velha, não, é daqui, não é? Tudo, essa capa é o modelo original do Jaguar, porque não tem nenhum lugar que você viu isso.
REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ - FAIXA 03
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Agora, nós estamos formados. Quando vocês se assentarem, o terreno tá comigo, eu saio daqui com o Trino e com o Adjunto, nós vamos lá, o Pai vai marcar, como marcou todos os Templos! Estão entendendo? Aí vou botar os caminhos de pedra, eu vou ver os pedreiros que você vai pôr, se vocês vão poder pagar, se nós vamos poder pagar, certo? Assim, uma campanha vender telha pra… os outros comprar telhas pra nós. Entendeu? A mesma coisa. Quer dizer, eu sei que têm muitos que podem até fazer um Templo, mas não serve. Não serve! A Casa Grande é porque eu… outras pessoas… nós podíamos até estar aqui num auditório enorme, não é? Mas não pode, Pai Seta Branca não quer ainda! Se nós fizermos muitas coisas bonitas, depois nós não sabemos o quê que vai fazer. Quando o Templo tava naquela dificuldade, porque esses milhões ai não foram fáceis, até hoje nós estamos sofrendo aqui nós dois. Então, eu falei:
– Pai Seta Branca, o Senhor podia me dar um bilhete, fazer um jogo, desse negócio de esportiva aí, que eu resolvia o problema aqui embaixo! Eu não deixo ninguém triscar nesse dinheiro, Salve Deus!
Ele falou:
– Você faz um Templo bom, e depois o quê é que você vai fazer com esse Templo?
O negócio tem que vir de baixo pra cima, não é? Na terra é terra. E vocês estão com muita sorte, vocês estão encontrando tudo na mão, não é?
Agora, vai ter uns acontecimentos aqui na terra que vai esclarecer muito o espírito. Esclarecendo o espírito, esclarecendo o espírito o homem se esclarece, não é? Inclusive tem medo de morrer.
Salve Deus! Eu quero… Eu quero fazer um grupo também de Mestres Lua, partindo daqui do Templo Mãe, nós vamos fazer um grupo de Mestres Lua, que é pra nós termos uma comunicação, e vai ser muito fácil, entenderam? Pra nós termos, inclusive vocês fazerem palestras entre vocês, organizações e outras coisas, tudo sob o jugo do Mestre Yucatã. Agora, eu gostaria que vocês chamassem os Devas, e fizessem a transferência para o Adjunto Yucatã, viu, tá certo? Não é? O quê que vocês… Concordam comigo? Pra ficar uma coisa segura, não é? E vamos fazer, porque agora nós vamos fazer mesmo!
Se vocês tivessem tempo, eu queria que vocês vissem o quê é que eu fiz em Formosa, eu e o João sozinhos, sabem como? Mandei fazer em São Paulo chaveiros, mandei fazer pulseiras, mandei fazer tudo que vocês já viram aí. Então, eu pego do João. Faço a minha contagem, não é? Tô devendo mesmo. Entrego pro João, falo:
– João, me dá só o disso, isso aqui custou tanto…
E o João negociou porque eu tive que dar dois, duas pulseiras. Fiquei com dó, porque um comprou, o outro não, precisava… tá bom.
E com isso nesses meses eu vou dar consulta lá, lá tá cheio de “baiano”, não é? O Templo tá pronto, de pedra, tá pronto, de pedra, todinho! O Templo de lá, ele tem… Eu não sei contar, eu não sei nada, eu não guardo, mas dois mil “baiano” sentado vai caber! Estão entendendo?
Grande! Quem entende de construção aqui? Ele é… Quer ver, ele é maior do que a Parte Evangélica aqui, redondão. Já consegui umas telhas, já estão lá amontoadas, agora nós vamos ver se compramos ferros pra fazer as colunas, depois toma um fôlego e faz o cimento, não é?
E assim, eu vou lá, a gente faz uns leilões, umas coisas lá, né? E vai conseguindo o dinheiro. Leva uns dois pedreiros que espera a gente uns quinze dias, e a gente vai arrumando… Quem puder mais dá menos… E quem puder menos dá mais! (risos) Não é assim a Lei do Pai? O quê que eu tenho? Não tenho nada, e quem mais doa. Tá certo carneirinho?
REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ - FAIXA 04
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Aí nós temos, aí nós vamos fazer um Templo mesmo que a gente não tenha vergonha de ir. Quando o Templo estiver pronto, que assim dentro de uns três a quatro meses, se nós estivermos no terreno, eu garanto a vocês em nome de Jesus Cristo que o Templo se apronta, fica prontinho, com toda… até os Castelinhos, tudo, numa disposição menor vamos fazer.
Agora, parte pra fazer Indução, porque Junção você faz, não é? A Junção tem uma Raiz também Evangélica. Mas a Indução, ela tem uma Raiz do Reino Central, e as Amacês só descem manipulando a Força da Estrela e a Elipse é que faz o contato deles, a Elevação do Doutrinador. Então, a pouco tempo a gente pode fazer uma Estrela.
Outra coisa também que, fiquem sabendo vocês, a Estrela só pode fazer nesse tamanho, nem maior e nem menor, são cento e oito Esquifes. Doutrinador estão entendendo?
Aí nós fazemos uma Estrela. A Cachoeira pode deixar pra ir fazendo depois, mas uma Estrela pode se fazer. Porque também já tem Unificação aqui. Se não tivesse a Unificação não podia fazer estrela por lá sem a Cachoeira, mas aqui tem. Então nós podemos fazer uma Estrela por lá. Até no Templo mesmo tem outra Estrela, né? Tá certo?
E com a Estrela a gente vai fazer uma Indução, porque a Indução você faz, faz uma Contagem na Linha da Indução! Mas não é aquela Indução que se houve falar, como se houve falar.
Por exemplo, uma pessoa faz a Indução aqui, e agora tá muito comum aqui em Brasília, esses… esse pessoal de negócio, que vive assim nesse impacto, eles chegam ai, fazem uma Indução, na segunda-feira diz eles que tá tudo bem! É mesmo, eles têm mais do que a gente, vocês sabem disso… temos que dar o duro é pra eles, né?
Se nós também não tivesse preguiça, fizesse todo domingo uma Indução, era bom pra passar a semana toda. Mas não precisa ser como paciente, entenderam? Tá certo? E nós termos, a gente fazer uma Indução lá vai ser bacana demais, não é? E essa madrugada, em nome de Jesus, eu vi a coisa mais linda lá! Eu já vejo pronto, não é? Nós vamos fazer direitinho.
(Pergunta de uma Ninfa que assistia à palestra):
– Tia, nesse caso tem que ser dentro do município de Santa Teresa, ou como vai ser?
(Tia Neiva):
Não, minha filha, aí não pode… Pode ver, sabe o quê é? Goianápolis é longe da Rodovia.
(Trino Tumuchy – Mestre Mário Sassi):
– A cidade, mas o município pega até ali da beira da estrada, divide Goiânia e Anápolis. É no município, quer dizer, é no meio da estrada de Goiânia pra Anápolis, perto do asfalto, por ali. Tem que ter muita água também, tá se falando em Estrela, não é? Inclusive as melhores terras que tem é aquele trecho ali, não é?
(Tia Neiva):
Eu não me preocupo, porque quando o Pai quer, Ele quer mesmo, não é? Quando o celeiro tá pronto o Mestre aparece, não é?
A Cruz do Caminho! A Cruz do Caminho foi feita por uns exilados, uns fidalgos exilados, e eles fizeram, trabalharam, trabalharam, quando tava tudo pronto, ai começaram a chegar os Mestres e… Inclusive eu comecei a arrumar a Cruz do Caminho, você viu Nestor? Nós precisamos botar um cadeado, não é? Porque tem uma criançada hoje que invade lá, sabe? Salve Deus!
Vocês estão de acordo comigo, não é? Cadê a turma de Anápolis? Não é? Fazer Templo:
– Ah, seu Fulano deu um lote…
Um lote pra nós, não disse nada, você não vai ficar toda vida num lotinho, não é?
Você tem que dar um impulso mesmo, né? Anodização, todo mundo sabe que tem que vir pra casa, não é? Anodização tem que ser feita aqui, e principalmente Mestre Sol e Mestre Lua tem que estar aqui. Por que ele deve estar aqui? Se ele quer estar bem assistido ele deve estar aqui, não é? E o dia que o Mestre trabalha pra ele mesmo, é o dia da Anodização. Salve Deus! Depois, quando vocês quiserem decidir, não é?… aliás, quiserem decidir, deixem as terras lá.
REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ - FAIXA 05
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(Ninfa que assistia à palestra):
– E, Tia, terra boa nós arranjamos, né? Agora ver se ele vende, ou dá pra nós lá…
(Tia Neiva):
Depois de querer minha filha. Olha, eu vou te contar viu, sete médiuns, depois de querer o homem vende, tá bom? Ele vende, ar… Ninguém quer ver um Tiãozinho toda hora aqui:
– Vai vender o lote!
Entenderam? E é justamente o que eu disse no princípio da nossa palestra, se esses três anos ou quatro anos, até hoje não teve ninguém que dispusesse de um terreno, é porque o negócio não é por ai mesmo! E outra coisa, dá um Templo, e depois… dá um lote, e depois o quê que vai fazer com o lote? Se não houver uma união mesmo… Rentão se eu não me destinar mesmo a fazer, como é que faz Alberto? E não é fácil não, esse Templo ai hoje tá avaliado em dez milhões, dez mil cruzeiros, dez o quê?
(Trino Tumuchy – Mestre Mario Sassi):
– Quanto você vai querer vender? (Risos)
(Tia Neiva)
Já tá avaliado.
(Trino Tumuchy – Mestre Mario Sassi):
– Hoje tá muito mais Neiva!
(Tia Neiva)
Não, mais isso é conversa de Tião, Pai Joaquim… Fofoca como diz o Nestor:
– Olha, você tá na lista de Pai Joaquim!
– Nestor falou que eu tô fazendo fofoca, né?
– Falou Pai Joaquim, falou!
– Ah, moleque! E você ainda é feliz, você vive nas fofoquinhas deles lá!
Mas ele achou bom demais… Uma coisa que também eles acharam graça, foi um negócio da… Foi uma porção de coisas.
– Ah, mas fui lá e “mandei uma brasa”, Ah, mandei uma brasa lá!
Eles ficam contando as coisas que eles tão vendo e acham graça. “Quebrei a cara”…
Esse tal de “quebrei a cara”, e o Pai Joaquim faz uma analogia dessa ai de “quebrar a cara”, ele vê a pessoa toda desmantelada.
Salve Deus!
(Os médiuns conversam entre si)
Salve Deus! Graças a Deus!
Vamos fazer o seguinte: fica pra vocês resolver entre vocês e o seu Mestre Yucatã. Tá bom? O dia que vocês tiverem uma coisa mais ou menos segura, mesmo que não seja muito do seu gosto, porque toda terra… o Pai falou aqui no Vale, não é? Eu vinha com o Mário, mas eu vinha com tanta… com tanto desprezo! Ah, mas eu vou pra um lugar como esse, outra vez! Tinha que ser em cima de uma serra! Fiquei lá feito papagaio cinco anos! Não tinha água! Não tinha não!… Tá bom:
– Agora, lá vai eu pra esse Vale, eu não gosto de Vale, eu via o Vale das Sombras…
Eu falei:
É outro Vale das Sombras! E vai pro Vale…
E a primeira coisa que eu vi foi que isso aqui era um Vale… Eu pelejei pra colocar aqui “Terra do Amanhecer”, só pra não pôr Vale do Amanhecer, tá? E hoje em dia, não é? E mesmo vocês achando ruim, mas chega alguma facilidade, venham cá me buscar. Eu vou mesmo, em nome de Jesus Cristo eu vou. Eu não vou assim, pra sair, quando eu saio e parece que eu estou me engrandecendo, que eu tô indo pra passear, pra vocês me verem, eu não vou não, compreenderam? Mas se tem alguma coisa assim, vamos embora. Por exemplo Pirapora! Tá tão bem! Eu vou lá só pra os médiuns me ver, pra… Se tá tudo bem não precisa de mim! Tá certo? Eu tenho muito medo, sabe Alberto? De pensar que eu tó me engrandecendo, ou qualquer coisa.
REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ - FAIXA 06
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(Mestre Alberto):
– Fazer uma visita pastoral…
(Tia Neiva):
Pastoral… Ou pastoril… Estão entendendo? Na hora que dizer: Olha Tia, tá pronta? Pode ficar tranquilo que tô lá.
(Ninfa que assistia a palestra):
– Ele pode vir buscar?
(Tia Neiva):
Pode vir buscar, que eu vou… viu? Eu vou mesmo. É bom vir mesmo pra me dizer o quê que tem lá. Não é? Eu já perdi muito tempo na vida sem saber o que ter pra perder. Pode me chamar que eu vou. A UESB foi assim, um tanto de gente, pouco mais do que os que estão aqui, nós começamos assim, sabem? Salve Deus!
Pode vir me chamar que nós vamos não é Alberto? Pode vir buscar. Estão entendendo? Se alguém quiser vir, se o Povo do Adjunto for muito a gente consegue um ônibus, tá tudo bem, não tem dificuldade.
E outra coisa, vocês pegam lá, entenderam? Às vezes é muito caro, não se pode comprar, não é? Aí não vai fazer sacrifício, porque, não é? A terra, às vezes… às vezes é mais cara que a semente, né?
Mas nós somos o contrário, a semente é mais cara do que a terra. E fazer um Templo não é brincadeira não, nós temos que pegar um chão mais barato, mais barato que a semente, não é Nestor?
(Trino Arakém – Nestor Sabatovizc)
– Cascalhento não né?
É Nestos você que ir pra lá pra ver.
(Trino Tumuchy – Mário Sassi)
Nem água teve.
(Tia Neiva)
É tendo água tudo bem. Mas se não nós buscamos água, não é? Meu genro não arrancou água lá de baixo da serra e trouxe pra cá pra cima dessa outra?… Não é? Nós temos que pegar a terra, não é? E não é difícil. Quando nós éramos ciganos, nós pegava terra com tanta facilidade…
(Mestre que assistia à palestra):
– Não pagava, né Tia?
(Tia Neiva):
Nós estava acostumado, nós estava acostumado a invadir a terra dos outros… e outra coisa, vocês estão aqui numa invasão, vocês estão aqui invadindo e eu vou morrer e ainda vou deixar aí pra vocês invadir…
Parece mentira… Parece mentira, mas eu vim pra aqui, não sabia como é que cobria casa. Meus filhos quê, todo mundo foi contra, e eles estavam empregados. O missionário não podia vir pra cá não é?… e eu só tinha menino, nós só tinha meninos, não era Mário? E aborrecimento. Cheguei e falei… Quando olhei assim, vi uma nuvem, daquelas que cai mesmo sabe, e falei:
– Vamos botar, vamos botar os capins aqui que evita mais, não é?
Pensei: Eu vou voltar – E deixava a Casa Grande tudo lá, não é? – Vou voltar…
Mas não tinha mais caminhão, tinha mais nada.
– Vamos, vamos pegar os capins e botar aí, se chover, choveu, sei lá.
O Miro cortou uma porção de capim jogou nas costas depressa, quando ele vem vindo com aquele monte de capim ele pegou também uma cobra, mas uma cobra venenosa, aquela cobra terrível, sabe, preta e amarela, nunca me esqueço disso, sabem? E a cobra saiu e foi embora.
(Trino Ajarã – Mestre Gilberto Zelaya):
– E desceu das costas dele assim…
(Tia Neiva):
Você lembra? Sobre as costas dele assim ó, e saltou no capim e foi embora, não quis nada com ninguém! Pra você vê o tanto que eu sou rica e muito pequena, criança pequena de todo jeito…
(Trino Ajarã – Mestre Gilberto Zelaya):
– Água de poço.
…e estamos tudo aí, tudo firme, não deve nada pra ninguém, sabe? (risos) Não os meninos! (risos) Tô falando os meninos! (risos) Tô falando comigo não, nem com você! Não, tá tudo felizes aí, não devem nada pra ninguém. Tem não, tem nada, Eu só sei o que vocês fazem. Entenderam?
A gente… Esse negócio de… Eu tô dizendo a vocês, contando essas coisas, pra vocês sentirem quando já for fazer, saber como é que vai fazer, entenderam? Como é que vai fazer. Outra coisa, eu cansei de dizer isso aqui:
REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ - FAIXA 07
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Olha, eu conheço Fulano de Tal, gerente de Banco, é meu amigo… O desembargador Fulano de Tal que sempre quis me ajudar, e vou pedir a ele, sabe, vou pedir a ele uma ajuda, depois eu fico devendo, vou trabalhar, e tal…
Parecia uma tentação, ele chegava na porta, e eu: – Puxa, vou falar com ele, né?
Ele falava: – Ah. Irmã Neiva! Eu preciso tanto da senhora hoje! Tô passando tão mal acho que eu vou ter um infarto!
Eu pensava assim: – Quem vai ter um infarto sou eu!
Lembra Mário? (risos) Aí pronto, eu ia cuidar dele, como é que eu ia falar com ele? Se eu falasse alguma coisa eu tava cobrando, não é? E esses ranchos aí na maior dificuldade, sabem? Chega a mulher de um Deputado, Deputado… Eu vou dizer o nome dele, Bruno não sei de quê lá. É Bruno, Mário? É Bruno. Tá bom. Com o filho doente, eu olhei o filho dela e o filho vai, teve uma melhora lá e…
Aí ela chegou, mas uma miséria de fazer gosto mesmo, sabem? Uma dificuldade tão grande, sabem? Porque tudo que faz menino come, quem cria menino é assim. Tá bom.
Mas fazendo o Templo! O bacana é isso, fazendo o Templo! Nunca deixou de ter um Templo bom. E me deu um braceletezinho de ouro, uns brilhantezinhos, uns rubis. Coisa mesmo de bom gosto, sabem? Ela me deu, era um presente de família, são riograndenses, do Rio Grande do Sul, entenderam?
Era só eu pegar aquilo ali e vendia, dava pra pagar um pouco do Templo, não é? E dava pra até fazer a casinha pra gente, dos meninos, e era para os meninos, né? E graças a Deus nunca precisei de nada. Quê que eu fiz? Ainda fiquei zangada com a mulher, a mulher saiu até zangada daqui e nunca mais voltou, só o filho dela e o marido que voltaram.
Então, na hora que você tá bem ruim, uma pessoa vem te dar alguma coisa, vem fazer um donativo, agora, você que pega, viu? Agora você que pega! São as provas, sabem? São provas mesmo!
(Ninfa que assistia a Palestra):
Uai Tia, nós não pode receber não?
Não, absolutamente não!
(Trino Tumuchy – Mestre Mário Sassi):
Não! De fora da Corrente não! De gente de dentro você pode, mas a mulher não era de dentro da Corrente, era de fora, era cliente, do cliente não pode aceitar nada!
(Tia Neiva):
Agora nós, é muito difícil fazer um donativo. A gente também tá ali, tá precisando, né? Tem jeito não meus filhos, é difícil. Mas não falta nada! Se tem uma coisa pros meus filhos eu dou isso por dia e lá vai né.
Agora, se eu contar pra vocês os fenômenos que eu tive nesse tempo, por isso que às vezes eu digo pro Mário: Só eu faço isso, só eu conserto isso…
É porque eu sei os fenômenos que eu recebo da Espiritualidade e muitas vezes não posso falar. Ninguém entende o que acontece comigo e Mãe Tildes, sabem? É muita coisa, muita coisa mesmo acontece, assim, materialmente falando. Assim, você ver… lhe digo pelos olhos que entreguei a Jesus, muitas vezes eu tenho uma nota no bolso, eu tenho certeza que só tinha aquela nota e… olhar pra ela assim, pôr a mão no bolso, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e ter duas, três iguais. E isso já aconteceu várias vezes! Mas primeiro você tem que dar, tem que dar prova que você é realmente de coração, é a mente, entendeu? Tá ali em Espírito e Verdade. Porque não é fácil você… Você entregar uma coisa que você… A pessoa dar de todo coração, feliz, e você dizer não.
Hoje mesmo o Ministro tava contando, lembrando, nessa agonia toda um homem veio com um caminhão de arroz, carregado de arroz beneficiado, falando e tudo. Então, e eu não aceitei, ele voltou com o caminhão. E isso foi muitas vezes. E saber que ia lá dentro iam… a Gertrudes ia brigar comigo, ou se matar… (risos) entenderam?
Mas eu vim aqui pra quê? Por quê que nós tamos aqui? Pra ensinar, porque nós temos tudo, quem tem pra dar não pede! Não é? Agora, tem que ter uma Força, uma Força Iniciática, na certeza que vai fazer aquilo e faz mesmo, por exemplo pirapóra:
Está tão bem! Eu vou lá só pros médiuns me ver, pra mim… se tá tudo bem não precisa de mim, tá certo? Eu tenho muito medo sabe Alberto? De pensar que eu tô me engrandecendo ou qualquer coisa, entendeu?
REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ - FAIXA 08
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Você vai lá no Templo de Formosa e veja o quê que tá pronto lá. O João ontem mesmo ele me disse:
– Olha Tia, eu mandei parar o serviço lá porque eu quero os rapazes pra vir pra cá. Eu tô com vinte sacos de cimento lá e onde é que eu boto?
Ainda sobra material. O Templo tá pronto, mais… não tá pronto? Pois é, alto, todo de pedra. Salve Deus!
Agora, vocês sabem que vocês tiram é dali olha. Então sabemos que é a bênção de Deus, porque a gente também tem que ter as provas da gente. Nunca vi dizer que chaveiros, coisas, entenderam?… desse pra fazer uma obra dessa, não é Nestor? Você é quem sabe o quê que é, o imóvel você vai lá vê. Tem que ter disposição e certeza que vai fazer mesmo.
E eu chamei vocês, mais pra dizer à vocês que quero que, se for pra fazer, se for com o Adjunto, nós temos que fazer assim, comigo na frente, senão vocês não fazem não. Entenderam? Senão não faz não.
Unaí foi feito. Fiz tato sacrifício, depois o Norberto fez, mais foi do bolso dele, não foi? E nunca passou daquele templo. Mas agora nós não queremos mais isso, não é? Fazer um Templo pro Jaguar, a oportunidade pra esse mundo.
E vou dizer outra, vocês vão pegar uma fase maravilhosa, porque vai ter uns acontecimentos de hoje pra amanhã ou essa semana, não sei, e vai dar um alarme, e já vai começar, Deus vai mostrar o Espírito fora da matéria, a vida, outras vidas que existem além dessa, dessa vida mortal. Vai ter os imortais, quer dizer que nós somos imortais, não é? Muito bacana, não é? (…) Já estão prontos, entenderam?
Salve Deus, meus filhos! Nós vamos, conta comigo! Pra nós fazermos uma coisa, eu quero fazer uma casa pra vocês, sem sacrificar esse ou aquele e nem ninguém pra dizer:
– Ah, eu dei tanto!… entenderam?
E esse Templo que tá ai, esse Templo, muita coisa escorregou aí que não foi do meu gosto… é verdade… com todas essas obras eu estou… nós estamos devendo, mas com esse Templo que vai nascer eu tenho certeza que Jesus vai me dar forças que esse ano eu ainda pago tudo isso, entenderam? Nós pagamos, não é? E vamos unir pra ter muita coisa, só pra ver esse Poder Iniciático. Eu tenho loucura de fazer ainda é a cabine de Sol, mas acho que só o outro ano. Só me ver despesa, eu vou parar, não me importo onde está ou não está lá.
Porque nada, nada não é fatal. A fatalidade eu já disse a vocês, não é? Eu já disse numa Carta? A fatalidade não existe. Existe a fatalidade em Leis, Leis que vêm da antiguidade, mas é uma coisa sutil e diferente, mesmo assim, a gente ainda… Estão entendendo? Não existe, porque a fatalidade nós que fazemos, não é? Se houvesse a fatalidade pra quê que você tá com esse Uniforme? Trabalhando uma hora dessa, com o sol quente, não é? Ouvindo essa conversa mole minha, tanto lugar bom pra gente ir, não tem? Tanta sombra boa por aí afora! Salve Deus!
Nós estamos aqui por quê? Porque nós não acreditamos na fatalidade! Nós mudamos o destino do homem, não é? Nós mudamos o destino do homem! Muitas vezes nós não damos conta de doutrinar, de doutrinar um Elítrio canceroso, nós não damos e ele vem, já apodrece a carne porque já veio pra isso, não é? Às vezes não damos conta de doutrinar e acontece a fatalidade, acontece que ele… Mas ele não veio pra matar aquele homem não. Houve outras coisas, entenderam? Porque eu já doutrinei espíritos desses. Doutrinei mesmo, graças a Deus! Então não é fatalidade, não é?
Vamos… Se a gente fizer uma doutrina errada nós não fizemos nada! Se eu ensinar a vocês a fazerem as coisas erradas, aí azar meu e azar seu, não é? Muitas vezes eu brigo, chamo a atenção, eu brigo e chamo a atenção assim, às vezes sou grosseira. É porque eu tenho medo que, se eu não chamar você a atenção um dia você me chama! Não é? É melhor que eu lhe chame a atenção do que você me chame, não é? O dia que você me chamar à atenção, meio mundo já tá decepcionado, já tá arrebentado. Então é melhor que eu chame vocês à atenção, do que meio mundo se decepcione por nós, tá certo? Deixar vocês fazerem errado, não é? A nossa Doutrina é essa, é viver daquilo que nós… que nós temos.
REUNIÃO COM O POVO DE YUCATÃ - FAIXA 09
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Agora nós estamos emitindo esse Poder Iniciático Vital. Eu tô tendo notícias no espaço que alguns dos Adjuntos já estão emitindo Força Direta pra hospital, pra presídios, Entenderam? Pra muitos lugares, direta! Quer dizer que os
Ministros estão com eles, não precisa passar mais nas… Não precisa passar mais em Mayanty ou numa Casa Transitória.
Mas por quê? Pergunta quantas noites eles já sofreram daqui pra esse mundo afora, estrada, chuva, três horas da madrugada, pneu estourando, sofrimento, vida financeira, posição, tudo! Sofrimento com família, com tudo, quantos! Tudo isso aí são… isso aí vai pra nossa conta! Tudo isso nós temos em consideração. Salve Deus!
Agora eu quero saber, todos vocês vão me responder, se está certo, o quê que vocês estão achando? Tá certo? E vocês de Anápolis? Tá certo? Certo. Viu? Então tá tudo certo, não é? Graças a Deus! (…) Se vocês, se vocês acharem que tá num local bom, se há facilidade pra gente comprar, aí vamos ver, não é? Aí segura e vamos lá, não é?
(Mestre que assistia a Palestra):
Esses dias Tia, tinha uma chácara pra vender no jornal, lá em Santa Teresa, mas eu não me lembro a metragem, eu me lembro o preço, o preço eu gravei bem, é noventa mil cruzeiros. E me parece, se não me falha a memória, era uma chácara de uma dimensão razoável, não era assim grande coisa, mas me parecia que era mais ou menos uns seis a oito mil metros quadrados.
(Tia Neiva):
O quê que é seis mil metros? É um alqueire?
(Trino Ajarã – Mestre Gilberto Zelaya):
Não, não é nem metade, um oitavo de um alqueire, (…) dá dez lotes pequenos, de seiscentos metros.
(Tia Neiva):
Eu vou estudar esse caso de alqueire que eu não sei. É pequeno meu filho… Mas se você se agrada, vai lá e pega os vizinhos. Essa cidade nunca vai crescer… Salve Deus! Qual é o outro terreno?
(Mestre que assistia a Palestra):
Tem um terreno em fase de… A Prefeitura tá acabando de ver esse programa lá…
(Tia Neiva):
Eu posso falar pra vocês? Eu posso falar na minha vidência? Não vai sair! Não…
(Mestre que assistia a Palestra):
– Mas até agora o exame da gente é que ele ia sair…
(Tia Neiva):
Pois é, mas não pode enganar…
(Mestre que assistia a Palestra):
– Esse terreno a gente pode até esquecer dele né?
(Tia Neiva):
Pode esquecer, se sair um dia a gente pega e vende, joga lá. Pode sair assim mesmo.
(Ninfa que assistia a Palestra):
Olha que sai Tia, eu não quero duvidar da senhora não, mas…
(Tia Neiva):
Sim filha, mas quando ele for sair a gente já tá plantado lá no outro lugar. Vai não.
Eu conheço Anápolis demais, vocês eram meninos quando eu vivia trabalhando de caminhão ali dentro. Desde mil novecentos e quarenta e um, vocês nem eram gente. Estão entendendo?
(Mestre conversando)
Bom! Salve Deus! O dia que tiver o terreno, nós fazemos nosso hino, fazemos as coisas que são nossas, estão entendendo? Nós vamos organizar nossa vida, tá certo?